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sábado, 29 de novembro de 2008

Fases do Desenvolvimento da Criança

Para lidar com as pessoas é muito importante entender como elas pensam. Isto não significa ter de aceitar tudo o que a pessoa pensa e faz, mas ser capaz de ver com os olhos dela, colocar-se no lugar dela para melhor compreendê-la. Este tipo de compreensão é muito importante nos relacionamentos em geral, inclusive com criança, que é o alvo de nosso estudo.

Para entender a criança é preciso conhecer noções gerais sobre o seu desenvolvimento. Uma delas é que o desenvolvimento físico da criança se dá sempre nos sentidos encéfalo-caudal e próximo-distal.
Com isto, quer se dizer que a criança desenvolve primeiro o controle do pescoço, depois o controle do tronco, seguido das pernas, até os pés. Também, se desenvolve primeiramente o controle dos membros, logo após o braço, do antebraço, das mãos e finalmente dos dedos das mãos. Isto pode ser claramente percebido quando se observa o desenvolvimento de certas habilidades na criança, como por e4xemplo o manuseio de lápis e o traçado que se faz com ele.
Outra noção fundamental é que as idades se interligam. Isto quer dizer que o desenvolvimento é contínuo, no entanto, não é uniforme. Percebe-se, por exemplo, traços de crianças de 5 e 7 anos em crianças de 6 anos, e esta mesma “irregularidade” se mostra em todas as outras idades.
Logo, o estudo do desenvolvimento da criança dividindo-se em idades, é um recurso meramente didático, devendo ser feito conjuntamente com as idades que a precedem e a antecedem.
É importante fala o sobre o significado do brincar para a criança. Para ela , brincar desempenha uma função muito valiosa, atenda simples descontração. Quando brinca, a criança aprende sobre a realidade, sobre as características e leis do mundo que a cerca.
Ela também entra em contato e aprende a administrar sentimentos, além de ensaiar papéis e relações com outras pessoas. E por último, ao brincar, desenvolve suas habilidades físicas, artísticas e intelectuais.
O raciocínio da criança é baseado em suas experiências concreta, tento grande dificuldade em compreender o que não pode ser percebido pelos órgãos do sentido.
Conceitos abstratos só vão sendo assimilados aos poucos, alguns só o sendo quando ela já está na adolescência.
A tendência da criança é aceitar, antes que rejeitar, aquilo que ouve e lê. Isto se dá principalmente se o assunto tem ligações com seus próprios interesses e desejos, e desde que não encontre contradições diretas com seus valores.
É muito importante conversar com as crianças e responder todas as suas perguntas, independentemente da idade em que ela estiver. Assim, ela vai se perceber como alguém importante, único, favorecendo o bom desenvolvimento de sua personalidade.
Entre os fatores que influenciam o ensino religioso, mais importante é o exemplo, tanto o dos pais (principalmente), como o dos professores, vistos nas suas experiências cotidianas.
A criança demonstra mais interesse pelas pessoas da Bíblia, do que pelos outros elementos que a compõem.
Resta falar ainda sobre as fantasias.
Todas as pessoas, de forma consciente ou não, são influenciadas por fantasias. Isto se pronuncia ainda mais na criança que no adulto, sendo que esta tem dificuldade em separar o que é real do que foi imaginado.

A criança de 0 a 1 ano

A criança de 2 anos

A criança de 3 anos

A criança de 4 anos

A criança de 5 anos

A criança de 6 anos

A criança de 7 anos

A criança de 9 anos

A classe de juniores


Para esta criança, a mãe é a pessoa mais importante de seu mundo.
É fundamental que se fale com ela, e não há mal algum, pelo contrário,
em se comunicar com os bebês com aquela entonação típica, onde a voz fica
mais aguda que o normal.
A princípio totalmente depende, no fim do 1° ano já engatinha e talvez até ande.
A relação que estabelece com o mundo se dá principalmente através dos sentidos.
A mãe continua sendo o centro do seu universo, mas já consegue expandir
seus relacionamentos.
Demonstra sinais externos de independência: Anda, tenta se alimentar sozinha.
É obstinada, com vontade própria e forte.
Gosta de se movimentar e é importante que tenha condições para tal.

A Criança de 2 Anos

A mãe continua sendo o centro do seu universo apesar de outras

pessoas serem importantes para ela.
Gosta de atrair a atenção para si frente a adultos, sendo um período de afirmação da independência e da individualidade recém-descobertas, embora primitivas.
Às vezes se mostra curiosa pela diferença física entre meninos e meninas.
É comum terem brincadeiras que são típicas do sexo oposto, apesar da masculinidade e femilinidade já serem marcadas desde muito cedo.
Seus interesses circulam em volta de sua família.
Geralmente é no 2° ano que demonstra sinais de estar apta para o inicio do treino higiênico, ou seja, de tirar as fraldas.
É importante criar espaços onde fique mais livre e haja menos possibilidade de precisar dizer-lhe “NÃO”.
Crê que seus brinquedos possuem vida própria (Império de Fantasia).
Quando quebra um brinquedo pode estar querendo aprender sobre ele, e não destruí-lo.
É fundamental que se converse com ela para que se estimule a sua fala.
Gosta de ritmo e repetição.
Tem capacidade mínima para tolerar demoras, é difícil focar quieta.
Já anda e corre, mas com vestígios de “tituleiros”. Os movimentos de suas mãos e pernas são amplos, sendo incapaz de movimentos que exigem precisão.







A criança desta idade tem grande necessidade da mãe ainda e a família e seu lar são o centro de seu mundo.
Seus sentimentos são vividos e expressados de modo intenso.
É normal ainda ter comportamento trocados quanto ao seu sexo, como a criança de 2 anos.
Começando a estabelecer uma identidade própria na família e em outros grupos sociais.
O que diz não é refreado pelas convicções adultas. Isto se mostra nas “gafes” que comete e em suas manifestações de desagrado, por exemplo.
Exibicionistas.
Começa a assumir responsabilidade por suas próprias ações e seus próprios sentimentos de amor e ódio.
Mundo interior fantástico, com desejos, paixões e medos intensos. Dificuldades em separar o que é real e o que é fantástico.
Interesses pelos produtos de corpo (fezes e urina)
Passos certos, postura ereta, gosta de subir e pular. As melhores atividades são as que requerem movimentos amplos – papéis, lápis e pincéis devem ser grandes.
Curiosas.
Necessita da companhia de outras crianças. Brinca lado a lado, mas não com outras crianças. Precisa do adulto para resolver conflitos decorrentes da brincadeiras.
Melhora/aumenta seu vocabulário. Tem gosto de escutar história e músicas



Vive num mundo centralizado no lar e em sua família imediata, mas está preparada para alargá-lo através da escola maternal.
Interesse em separar o que é real do imaginário.
Necessita de muitas experiência, não consegue entender o que é abstrato, mantém seu raciocínio no que é correto.
Brinca paralelamente com outras crianças, só algumas vezes com elas. Não entende o que é participação e revezamentos.
Tem prazer em sentir que pode ajudar, mas não se sente bem em ver alguém consertando o que faz.
Melhor compreensão do que é ser homem e mulher.
Pode não usar as palavras que usamos com o mesmo sentido que damos a elas.
Não gosta de assumir responsabilidade em decisões importantes, mas começa a exercer o livre arbítrio.
Dificuldade em se adaptar a situações novas.
Tem necessidades de ser controlada, testa os adultos.
É comum ter antagonismo e acessos de raiva.
Gosta de aprender palavras novas. Levanta perguntas envolvendo temas como Deus, morte, sexo, expressando uma franca curiosidade. Não requer respostas elaboradas.
Consegue recortar com tesoura, colar e colorir. Constrói “casas”e “desenha” retratos.

A Criança de 5 Anos

Identidade firmemente estabelecida.
Senso da realidade melhor, facilitando-lhe tolerar frustrações.
Maior auto-controle para expressar seus sentimentos.
Controle corporal maior: seus músculos estão mais fortes, tem mais equilíbrio. O emprego refinado dos músculos, no entanto, ainda não é perfeito.
Iniciando sua vida escolar. A professora passa a ser um adulto muito importante para a criança, ao lado da família.
Tem conflitos para entender os conceitos de certo e errado.
Muitas de suas mentiras são resultado entre fantasia e realidade. Quando não, é preciso procurar descobrir o que realmente pretende com elas, para então ajudar a criança a se desvencilhar delas.
A amizade com outras crianças torna-se cada vez mais importante. Faz e refaz grupos a velocidade espantosa.
Brincar com outras crianças passa a ser mais comum que brincar paralelamente. Os jogos são muito importantes, mas apresentam grande dificuldade em aceitar as regras, tentando mudá-las constantemente. Quando a criança não quiser participar da brincadeira, não pressionar, mas deixar claro que pode entrar quando quiser.
Diferenciação sexual mais marcante.

A Criança de 6 Anos

O crescimento físico é mais lento de 6 anos até a puberdade.
Diminuição drástica dos antagonismos e acessos de raiva.
Mais interessada e absorvida pelo mundo exterior (companheiros, amigos e escola)

Compara seus pais com outros adultos, reavaliando-os.
Os pais não são mais a única autoridade da vida de seus filhos.
Evolução da particularidade e individualidade da personalidade.
Aumenta muito a sua perspicácia. Se torna cada vez mais capaz de ler nas entrelinhas.
Percebe-se que seu progresso e realizações não resultam da indulgência dos adultos, mas de seu próprio esforço.
Começa a elaborar suas culpas, surgindo uma tendência para a auto punição.
Seus grupos são cada vez mais restritos a um só sexo. É comum a existência de competições e rivalidade nos grupos.
Falar passa a significar cada vez mais comunicar-se com o outro. Ainda pode ser que gagueje, balbucie ou fale palavras erradas, mas com o tempo esses comportamentos serão superados.
Honestidade ou desonestidade da criança é muito mais relacionada com situações específicas do que com o seu “caráter geral”.

A Criança de 7 Anos

A partir dessa idade pronunciam-se ainda as diferenças individuais, tanto física como de personalidade.
O desenvolvimento social da criança desta idade é voltada para a aprendizagem, a escola, colegas e professores. A não ser um problema sério em casa, pode parecer que a família passou para o segundo plano.
Há mais recato em relação ao corpo. Meninas e meninas brincam separadamente, procurando assegurar suas identidades sexuais.
Há concorrência e rivalidade entre colegas e irmãos, gerando brigas e ressentimentos. A criança que testa-se e ganhar confiança em si mesmo.
É capaz de ser competitiva e cooperativa e precisa experimentar essas duas formas de relacionamento. Ainda há relativa mudança de um grupo de amizade para outro.
Admira e respeita os professores, mas é cada vez leal ao grupo de crianças do que a eles. Reconhece as outras crianças como amigas, queixando-se cada vez menos delas aos adultos.
Ainda tem dificuldades de abstração, com raciocínio baseado em fatos reais e concretos.
Tem necessidade de entender o mundo de forma ordenada, gostando de fazer listas, colecionar e ordenar coisas.
Capacidade de distinguir linguagens diferentes para ocasiões e objetivos diversos. Gosta de jogos de palavras e de gírias.
A Criança de 9 Anos

Geralmente pensa que 9 anos já é um longo tempo de vida e que pode cuidar de si mesma. Não gosta do controle adulto sobre ela.
Tem preocupações em ser independente e ter respeito dos pais.
Gosta de opinar. É importante explicar por que não pode ser consultada ou por que sua opinião não foi aceita quando isto aconteceu.
Tem idéias concretas sobre a morte e o que vem após ela.
Não encontra mais dificuldade em separar os diversos papéis dos adultos (Pais, professores, médicos, etc.)
Sente-se superior ás crianças mais novas.
Está sutilmente ligada aos professores. É comum meninas sentirem um carinho especial por certa professora (aparência, roupas, etc.). Os meninos são mais reservados que as meninas para expressar a esses sentimentos.
A princípio, a criança se assusta com as diferenças de padrões culturais entre famílias, mas gradualmente é capaz de aceitar e compreender diferenças.
É comum o nascimento de amizade bem duradoura talvez uma turma.

Fases do Desenvolvimento da Criança

A Classe de Juniores

Talvez pudesse se encontrar na igreja uma tarefa mais fácil e leve que ocupar-se da classe juniores – Crianças de 10 a 12 anos. Contudo não poderia encontrar atividade mais compensadora. O objetivo desde capitulo é ajudá-lo a conseguir mais sucesso em seu ensino, e a compreender melhor seus alunos.
O junior não é mais uma criança, mas também não preenche as qualificações de um jovem. Age como criança muitas vezes, porém zangam-se quando o consideram como tal. Ele vive as mais fantásticas aventuras e experiências, e sente necessidade de ser liderado por uma pessoa que compreenda e o ajude a conhecer a si mesmo.
Por causa da atitude crítica, insinuosa e até marginalizadora, própria dos juniores, muitos são chamados por alguns adultos de “moleques”, “pestinhas” e “endiabrados”. Contudo, vale a pena conhecê-los e ajudá-los nessa fase tão difícil e decisiva da vida.

Fisicamente
Estão ganhando força, apesar da haver um estacionamento no desenvolvimento físico. Tenha um programa ativo, envolvendo-os ao máximo em alguma obra onde possam usar as suas forças.
Gostam de lutar e de fazer bagunça. Chegue á classe antes dos alunos e distribua algo atrativo e útil para fazerem até o inicio da lição.
Há uma diferença muito grande meninos e meninas quando da mesma idade, as meninas parecem estar um ano a frente. Algumas já estarão, na fase menstrual e sentem que não são mais crianças. Em quanto os meninos se divertem com atividades brutas, as meninas são mais reservadas e preferem atividades mais calmas. O líder deve levar em conta estas grandes diferenças, ao fazer o planejamento de quaisquer atividades.

Mentalmente
São vivos e gostam de fazer perguntas. Dê-lhes oportunidades de pensar, perguntar e se expressar.
Têm boa memória, porém não pensam em profundidade. Encoraje e motive a memorização de versículos, hinos e fatos bíblicos.
Tem consciência de tempo e distancia. Ensine-lhes cronologia e geografia bíblica. Use mapas e gráficos em seu ensino.
Gostam de colecionar “coisas”. Encoraje-os a ter passatempos úteis. Lêem muito. Ensine-lhes a escolher boa literatura; ajude-os na formação de bons hábitos de leitura; apresente a bíblia como sendo o melhor livro que há.
Têm grande interesse em conhecer pessoalmente ou ler e ouvir a respeito de heróis. Apresente história de heróis bíblicos e também de outros como: Hudson Taylor, Livingstone, Carey, etc. Será bom. Algumas vezes levar á classe missionários que estão na obra cujas experiências sirvam para desperta-los para o serviço do Senhor.

Socialmente
Sentem uma grande necessidade de pertencer a um grupo que lhes dê segurança social.
Promova reuniões sociais e passeios para a classe, com o intuito de preencher esta necessidade, dentro de um ambiente cristão.
Preferem o seu grupo mais que a família. Lutam pelos direitos do grupo. Use as panelinhas para dirigir atividades. Aproveite para motivar a classe a estudar a lição da escola dominical, através de uma competição não individual, mas entre grupos. Deve tomar muito cuidado para que o espírito “só os do meu grupo” não leve a marginalidade de certos indivíduos de fora do grupo.
Gostam de organizar grupos do mesmo sexo. As meninas pensa, mais em namoro que os meninos. Ocasião propícia para aconselhamento. Evite classes mistas. Adoram heróis e são perfeccionistas. Odeiam fraquezas pessoais. Não tente, por sua força, ser um exemplo, mas deixe que Cristo brilhe através da sua personalidade. Ensine-lhes padrões bíblicos através de princípios bíblicos.
Gostam de ter personalidade. Dê-lhes oportunidades de acordo com as suas capacidades e gostos.
Rebelam-se contra a autoridade. Seja um guia, um líder e não um ditador. Sempre peça sugestões à classe, mas não de maneira que demonstre insegurança. Crie um ambiente de liberdade, mas controlado por você.
Gostam de humorismo, ensine-lhe a cultivar o humorismo são e a evitar o mau.

Emocionalmente
São instáveis na emoção. O desequilíbrio é demonstrado em todas as ocasiões: São alegres ou fechadas demais; mostram amizade em excesso, e de repente voltam-se contra o melhor amigo; ora estão calmos, ora preocupados, e assim por diante seja amigo constante, sincero e que inspire confiança e segurança.
Não gostam de manifestações de afeto. Evite abraçar ou colocar a mão nos seus ombros. Ame-os não com palavras e gestos, mas de verdade. Sã dados a valentias, pois gostam de participar de coisas empolgantes. Ensine-lhes que muitas vezes é melhor fugir de um perigo inútil do que enfrentá-los e sofrer conseqüências graves.
São sensíveis ao desprezo, á falta de amor e à hipocrisia. Fale de Cristo e Leve-os a viver Cristo.

Espiritualmente
Têm padrões elevados para si. Ensine-lhe o valor de estar firmes em Cristo, para poderem viver de acordo com seus padrões.
Reconhecem o pecado como algo que desagrada a Deus e a si mesmos. Explique-lhes o valor do sangue de Cristo. (1 Jo 1.9)
Têm fome de Deus. Sua fé é simples e sua cabeça esta de dúvidas sobre a Bíblia. Proporcione-lhes oportunidades de conhecerem melhor a Deus. Desafie-os a orar, fazendo pedidos específicos e, pela resposta de Deus, vão saber da realidade de Deus e sua atuação hoje na vida diária.
Envolva-os em diversos ministérios e responda a todas as perguntas de maneira simples e objetiva. Gostam de encontrar resposta por si mesmo na Bíblia. Ofereça-lhes as um método de estudos bíblico.
Estão começando a compreender melhor os simbolismos. Use simbolismo, mas certifique-se de que estão entendendo. Querem a Cristo como Salvador e Senhor.Leve-os aos pés do Salvador, e ajude-os a entender a importância de colocar a Cristo como líder de suas vidas.
Nessa fase, o professor deve nutri-los mais do que lançar desafio, pois, como diz Esther Ellinghouse, uma das fundadoras de Luz do Evangelho, que trabalhou com juniores durante vinte anos: “O que o individuo aprende na idade de 10 e 12 anos leva consigo até o túmulo”.

Memorização de Versículos

Memorização de Versículos

No salmo 119.11 nós lemos: “Guardo no coração as tuas palavras para não pecar conta ti!”.
A infância é o tempo ideal para ensinamentos as verdades da palavra de Deus, as crianças. Quando elas realmente guardam a palavra de Deus em seus corações nunca mais se esquecem. Quando estamos ensinado o Espírito Santo poderá usar esta palavra, mesmo depois de muito tempo para edificá-las e convertê-las do pecado.
Memorizando os versículos bíblicos a sua vida espiritual será fortalecida e poderá evangelizar outros.
Atualmente, o que se nota é que pais e professores estão falhando em desenvolver atitudes e qualidades nas crianças, porque dá mais trabalho caminhar nessa direção. Diz Ruth H. Yamamoto (Livro 52 jogos que ensinam a Bíblia). Podemos relatar histórias bíblicas e versículos sem leva-las a raciocinar, analisar e compreender o que a palavra de Deus diz.
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Mas isto não trará nenhum resultado. Portanto ensine com todo amor e criatividade. Suas aulas podem ser divertidas se você preparar com antecedência valorizando os versículos Bíblicos.
Observe sempre som que idade você vai trabalhar, se você tem crianças de 03 anos lembre-se de que elas precisam de repetição, repita várias vezes. Se seus alunos têm 06 anos de que estão aprendendo a ler deixe-os ler direto na Bíblia.
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Se seus alunos são juniores eles gostam de estórias de pessoas reais.
Em que o versículo pode ser aplicado de acordo com a atitude do personagem.

Agora atenção ao ensinar os versículos:
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1. Leia o versículo diretamente de sua Bíblia
2. Explique as palavras difíceis e repita-os várias vezes
3. Explique o versículo, ou seja, aquilo que eles vão colocar em pratica
4. Repita-o usando maneiras diferentes de memorização e sempre fale a referência

Incentivando a Memorização
Procure ensinar o versículo logo no princípio, depois do louvor. Ensine também no meio da lição, pois sempre há um ponto onde deve se ensinar o versículo.
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Faça esta parte da aula interessante para que eles gostem de memorizar.
Escolha versículo que tenham valor para vida espiritual da criança e que combinem com o ensino da lição.
Faça uso do quadro negro.
Faça cartazes
Use flanelógrafos preparando figuras que ilustrem algumas palavras do verso e letreiros.
Use gestos que combinem com o sentido do versículo como nos cânticos (Ap. 3:20)
Cante versículos musicados.
Faça perguntas que o versículo responda.

Métodos que podem ser usados:
Varal
Quebra-cabeça
Vareta
Cartazinho
Jogral
Teatro
Versículos ilustrados

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

CURRÍCULOS


ANO 1
1º trimestre
Deus me criou
2º trimestre
Conhecendo o Papai do céu
3º trimestre
Minha família e meus amigos
4º trimestre
Conhecendo a Jesus, o Salvador

ANO 2
1º trimestre
Na Casa de Deus
2º trimestre
Os amigos de Jesus
3º trimestre
Minhas primeiras histórias
4º trimestre
Posso ajudar


ANO 1
1º trimestre
A criação de Deus
2º trimestre
A proteção e o cuidado de Deus
3º trimestre
Viver e conviver
4º trimestre
O homem que Deus fez

ANO 2

1º trimestre
O livro de Deus
2º trimestre
As coisas que Jesus faz
3º trimestre
Podemos falar com Deus
4º trimestre
Vamos louvar a Deus


ANO 1
1º trimestre
Por que Deus é bom
2º trimestre
O que posso fazer para Deus
3º trimestre
Como ser amigo de Deus?
4º trimestre
Por que Jesus é poderoso?

ANO 2
1º trimestre
A vida de Jesus
2º trimestre
A Bíblia, o Livro maravilhoso
3º trimestre
Valorizando os bons princípios
4º trimestre
Eu gosto da igreja


ANO 1
1º trimestre
Uma família abençoada
2º trimestre
Tempo de mudanças
3º trimestre
Uma nação diferente
4º trimestre
Conhecendo a vontade de Deus

ANO 2
1º trimestre
Jesus é o nosso Salvaldor
2º trimestre
Jesus e seus amigos
3º trimestre
A igreja é a Casa de Deus
4º trimestre
A alegria de servir a Deus


ANO 1

1º trimestre
Deus realiza sonhos
2º trimestre
Deus escolhe líderes
3º trimestre
Os reis de Israel
4º trimestre
Deus fala com o seu povo

ANO 2

1º trimestre
Os ensinos de Jesus
2º trimestre
Heróis da Bíblia
3º trimestre
Em que acreditamos
4º trimestre
Fé em ação


ANO 1
1º trimestre
A Bíblia e a ciência
2º trimestre
Embaraços que prejudicam a Vida Cristã
3º trimestre
O plano da salvação
4º trimestre
Escolhas que agradam a Deus

ANO 2

1º trimestre
Conhecendo melhor a si mesmo e a outros
2º trimestre
Parábolas de Jesus
3º trimestre
Descobrindo meus direitos e deveres
4º trimestre
O pré-adolescente e a igreja


ANO 1

1º trimestre
O relacionamento entre o crente e o mundo
2º trimestre
A vida de Cristo na harmonia dos Evangelhos
3º trimestre
A vida em sociedade
4º trimestre
Minha missão no mundo

ANO 2

1º trimestre
Conselhos para o dia-a-dia
2º trimestre
O atleta cristão
3º trimestre
Vivendo em família
4º trimestre
Cartas que ensinam


ANO 1

1º trimestre
A atualidade da mensagem da Bíblia
2º trimestre
O adolescente e seus relacionamentos
3º trimestre
O cuidado com as influências do meio de comunicação
4º trimestre
Fundamentos da nossa fé

ANO 2

1º trimestre
Lições práticas do Sermão do Monte
2º trimestre
Os perigos do relativismo moral
3º trimestre
Edificando a vida cristã através dos Salmos
4º trimestre
O perigo da falsa ciência e das filosofias

ANO 3

1º trimestre
O caráter cristão
2º trimestre
O sentido da vocação cristã
3º trimestre
A história da igreja
4º trimestre
O que a Bíblia fala sobre o futuro da Igreja


O currículo para os Novos Convertidos é composto de vinte e seis temas divididos em duas revistas.

Discipulado 1

1. Conhecendo a Bíblia
2. Conhecendo Deus
3. Conhecendo a Salvação
4. Conhecendo a Igreja
5. Conhecendo o valor da oração
6. O Discípulo e a Fé
7. O Discípulo e a Obediência
8. O Discípulo e o Dízimo
9. O Discípulo e o Espírito Santo
10. O Discípulo vivendo cheio do Espírito
11. O Discípulo e os dons do Espírito Santo
12. O Discípulo e fruto do Espírito Santo
13. O Discípulo e o Evangelismo

Discipulado 2

1. O Discipulado e a Comunidade
2. O Discipulado e o Lar Cristão
3. O Discipulado e a Tentação
4. O Discipulado e Impureza
5. O Discipulado e a Idolatria
6. O Discipulado e Temperança
7. O Discipulado e o Perdão
8. O Discipulado e Mordomia
9. O Discipulado e o Louvor
10. O Discipulado e Batismo nas Águas
11. O Discipulado e a Santa Ceia
12. O Discipulado e a Volta de Jesus
13. O Discipulado e a Missão de Discipular

Seções das Revistas Discipulado Mestre 1 e 2

1. Ponto de contato
2. Objetivos
3. Síntese Textual
4. Orientação Didática
5. Comentário
6. Discipulado
7. Glossário
8. Verifique o que você aprendeu

Professor, você usa sua revista corretamente???


Você deve ter 50 minutos todo domingo para ensinar a lição de sua revista.

As principais partes da revista são:

Texto bíblico
É o texto bíblico no qual se baseia a lição.

Torpedo bíblico
Versículo que serve de tema para a lição.

Mensagem da semana
Síntese, mensagem principal da lição.

Reflexão
Meditação ou ensino especial para enlevo espiritual do professor.

Objetivos
Como o próprio nome da seção já revela, aqui o professor encontrará uma meta, que norteará toda a sua aula. Contudo, será apenas uma sugestão, pois o professor precisa ter em mente suas pretensões. Por isso, de acordo com a necessidade de sua turma, ele poderá estabelecer seus próprios objetivos.

Devocional diário
Esta seção tem a finalidade de incentivar e preparar o professor na área espiritual.

Estudo da lição
Esta seção auxilia o professor a preparar seus estudos e pesquisas. O conhecimento amplo e sistemático do assunto abordado na lição é fundamental para a eficiência no magistério cristão.

Seleção dos métodos e recursos didáticos a serem utilizados
Esta seção relaciona os possíveis recursos a serem utilizados durante a aula.

Orientação didática
Esta seção visa subsidiar o professor com “idéias” sobre o que fazer a fim de dinamizar suas aulas.

Fique ligado
Esta seção funciona como um ponto de contato, atraindo a atenção do aluno para o tema, a fim de que prossiga a leitura do comentário.

Bíblia em foco
Esta seção apresenta o comentário do texto bíblico básico da lição. O texto é interativo, aplicativo e substancioso. Leva-se em consideração a necessidade de os juvenis receberem conhecimento bíblico prático, aplicado no seu dia-a-dia.

Sala de bate-papo
Nesta seção o professor recebe orientação para selecionar um tema ou tópico principal da lição para discuti-lo em classe. O trabalho poderá ser feito na forma de fórum, debate, painel, entrevista etc.

Passando a limpo
Esta seção apresenta atividades de pesquisa, trabalhos manuais, questionários, exercícios de fixação etc.

Pense nisso
Esta seção apresenta um texto, frase ou pensamento para ser analisado e discutido com a turma.

Saiba mais
Esta seção consiste em fornecer ao professor subsídios que possibilitem um maior conhecimento acerca do assunto estudado. Além disso, as fontes também são indicadas para que, caso queira, ele possa aprofundar sua pesquisa.

Revista do Aluno

Texto bíblico
É o texto bíblico no qual se baseia a lição.

Torpedo bíblico
É o versículo tema da lição.

Mensagem da semana
É uma síntese contendo a mensagem principal da lição.

Deus e você
São versículos para serem lidos todos os dias da semana.

Fique ligado
Esta seção facilita o primeiro contato com o texto da lição. É a oportunidade de cativar a atenção do aluno pelo tema a fim de que ele prossiga no estudo da lição.

Minha oração
Esta seção apresenta um tema para oração, visando atender às necessidades espirituais do aluno conforme o estudo da lição.

Bíblia em foco
Apresenta o comentário do texto bíblico básico da lição. O mesmo é interativo, aplicativo e substancioso. Leva-se em consideração a necessidade dos juvenis receberem conhecimento bíblico prático, aplicado no seu dia-a-dia.

Passando a limpo
Esta seção apresenta atividades de pesquisa, trabalhos manuais, questionários, exercícios de fixação etc.

Pense nisso
Esta seção apresenta um texto, frase ou pensamento para ser analisado e discutido com a turma

Você deve ter 50 minutos todo domingo para ensinar a lição de sua revista.

As principais seções da revista são:

Torpedo bíblico
Texto bíblico para memorizar.

Devocional
Mensagem ou ensino especial para a meditação e edificação do professor. Esta seção tem a finalidade de fazer o mestre refletir a respeito de seu compromisso com Deus e com o ministério de ensino na igreja.

Objetivos
É o que se espera que os alunos aprendam no final da lição. São metas perfeitamente alcançáveis por seus alunos. Avalie sempre se você está alcançando os objetivos propostos.

Fique ligado
Esta seção funciona como um ponto de contato. É utilizada para atrair a atenção do aluno para o tema, a fim de que prossiga a leitura do comentário. Aqui pode ser contada uma história que sirva para contextualizar a lição ou a orientação de um exercício que provoque reflexão e funcione como uma ponte para introduzir o tema.

Quebra-gelo
A proposta desta seção é sugerir dinâmicas de grupo e outros métodos didáticos criativos.

Palavra viva
Apresenta o comentário do texto bíblico básico da lição. O texto é interativo, aplicativo e substancioso. Leva-se em consideração a necessidade que os adolescentes têm de receberem conhecimento bíblico prático, aplicado no seu dia-a-dia (casa, escola, trabalho, amizades, igreja, lazer etc.).

Sala de bate-papo
Nesta seção o professor recebe orientação para selecionar um tema ou tópico principal da lição para discuti-lo em classe. O trabalho poderá ser feito na forma de fórum, debate, painel, entrevista etc.

Passando a limpo
Esta seção constará de todas as atividades (pesquisa, trabalhos manuais, questionários, exercícios de fixação etc.) propostas na revista do aluno; assim como as respostas e resultados destas atividades.

Rompendo fronteiras
O objetivo desta seção é despertar os alunos para a obra missionária. Para tanto haverá sugestões de várias atividades relacionadas à evangelização e missões, tais como: escrever cartas para os missionários, orar por eles, recolher donativos, confeccionar murais sobre missões, consultar mapas, memorização de textos relacionados à obra missionária, estratégias evangelísticas etc.

Revista do Aluno

Torpedo bíblico
Versículo-chave.

Fique ligado
Esta seção funciona como um ponto de contato. É utilizada para atrair a atenção do aluno para o tema, a fim de que prossiga a leitura do comentário.

Palavra viva
Esta seção apresenta o comentário do texto bíblico básico da lição. O texto é interativo, aplicativo e substancioso.

Sala de bate-papo
Nesta seção o professor recebe orientação para selecionar um tema ou tópico principal da lição para discuti-lo em classe. O trabalho poderá ser feito na forma de fórum, debate, painel, entrevista etc.

Passando a limpo
Esta seção constará de todas as atividades (pesquisa, trabalhos manuais, questionários, exercícios de fixação etc.) propostas na revista do aluno; assim como as respostas e resultados destas atividades.

Rompendo fronteiras
O objetivo desta seção é despertar os alunos para a obra missionária. Para tanto haverá sugestões de várias atividades relacionadas à evangelização e missões.


Você deve ter 50 minutos todo domingo para ensinar a lição de sua revista.

Ao mestre com carinho
Esta seção contém um texto para a meditação do professor. Aqui, o mestre receberá estímulo e encorajamento para continuar desenvolvendo seu trabalho.

Objetivos
Como o próprio nome da seção já revela, aqui o professor encontrará uma meta, que norteará toda a sua aula. Contudo, será apenas uma sugestão, pois o professor precisa ter em mente suas pretensões. Por isso, de acordo com a necessidade de sua turma, ele poderá estabelecer seus próprios objetivos.

Recursos didáticos
A seção apresenta uma relação dos recursos didáticos a serem utilizados na aula.

Torpedo bíblico
Esta seção visa subsidiar o professor com “idéias criativas” sobre o que fazer a fim de incentivar o aluno na memorização de textos bíblicos.

Introdução
Como o nome já diz, apresenta “idéias” para dinamizar suas aulas logo no inicio. Aqui, são sugeridas atividades de “quebra-gelo” ou “ponto de contato” a fim de promover a interação entre os alunos.

Bíblia +
Aqui o professor vai encontrar o comentário do texto bíblico da lição. O mesmo é interativo, aplicativo e substancioso, levando em consideração a necessidade de os adolescentes receberem conhecimento bíblico prático, aplicado no seu dia-a-dia (casa, escola, trabalho, amizades, igreja, lazer etc).

Passando a limpo
Esta seção apresenta as atividades e os exercícios da revista do aluno e suas respectivas respostas.

Falando sério
Nesta seção o professor recebe orientação sobre o tema principal da lição para discuti-lo em classe. O trabalho poderá ser feito na forma de fórum, debate, painel, entrevista etc. O professor receberá toda orientação necessária para realizar o trabalho com sucesso. Esta etapa da aula tem como objetivo a interação professor-aluno facilitando a aprendizagem.

Rompendo fronteiras
O objetivo desta seção é despertar os alunos para o trabalho evangelístico. Apresentamos sugestões de atividades relacionadas à evangelização e missões, tais como: escrever cartas para os missionários, orar por eles, recolher donativos, confeccionar murais sobre missões, consultar mapas, estratégias evangelísticas etc.

Você sabia?
Apresenta um fato ou um dado curioso concernente à História, aos personagens bíblicos, a ciência e a atualidades.

Revista do Aluno

Fique ligado
Esta seção funciona como um ponto de contato. É utilizada para atrair a atenção do aluno para o tema, a fim de que prossiga a leitura do comentário.

Torpedo bíblico
Texto bíblico para memorização.

Bíblia +
É o comentário do texto bíblico da lição. O mesmo é interativo, aplicativo e substancioso. Leva-se em consideração a necessidade de os adolescentes receberem conhecimento bíblico prático, aplicado no seu dia-a-dia (casa, escola, amizades, igreja, lazer etc).
Mensagem para minha vida
Esta seção apresenta uma mensagem para aplicação da lição na vida do aluno. São sugeridas atividades que visam firmar compromissos
.

Falando sério
É uma palavra-chave que sintetiza o ensino da lição, trazendo aplicação prática para a vida do aluno.

Rompendo fronteiras
O objetivo desta seção é despertar os alunos para o trabalho evangelístico. Apresentamos sugestões de atividades relacionadas à evangelização e missões, tais como: escrever cartas para os missionários, orar por eles, recolher donativos, confeccionar murais sobre missões, consultar mapas, estratégias evangelísticas etc.

Passando a limpo
Esta seção propõe variadas atividades e exercícios para a fixação da aprendizagem..

Você sabia?
Apresenta um fato ou um dado curioso concernente à História, aos personagens bíblicos, a ciência e a atualidades.


Você deve ter 50 minutos todo domingo para ensinar a lição de sua revista.

As seções da revista são:

Meditação
Esta seção contém uma palavra de edificação, reflexão e encorajamento ao professor, porquanto sabemos que o ministério infanto-juvenil de ensino exige dedicação total, impossibilitando o mestre de estar ouvindo o ensino da Palavra de Deus.

Objetivos
Como o próprio nome da seção já revela, aqui o professor encontrará uma meta, que norteará toda a sua aula. Contudo, será apenas uma sugestão, pois o professor precisa ter em mente suas pretensões. Por isso, de acordo com a necessidade de sua turma, ele poderá estabelecer seus próprios objetivos.

Planejamento da Aula
Para que o professor obtenha sucesso em sua aula, é imprescindível o planejamento, porquanto este permite-lhe organizar as atividades e evitar o desperdício de tempo. Esta seção traz exatamente uma orientação de como preparar-se durante a semana para ensinar com eficiência. Sugerimos momentos de oração, meditação na Palavra, estudo da lição, elaboração dos recursos didáticos, das atividades e dos cânticos.

Introdução da aula
Esta seção compreende os momentos introdutórios da aula: chegada dos alunos, oração, quebra-gelo, oferta, cânticos, marcação do plano de freqüência, etc. A aula já começa na recepção do professor. Portanto, destacamos aqui a importância de se chegar antes dos alunos e recebê-los com muita alegria. Além disso, enfatizamos a troca de experiências pessoais entre alunos e professor.

Exercitando a Memória
Esta seção foi planejada com o intuito de auxiliar os alunos a memorizarem o versículo-chave, que sempre estará relacionado ao tema de cada lição. Este versículo é uma síntese do que se pretende ensinar naquela aula, ou seja, mediante esta seção, o aluno poderá guardar mais facilmente a mensagem principal daquele dia.
É importante ressaltar que, para facilitar a aprendizagem das crianças, a CPAD, estará utilizando como versão bíblica a NTLH (NOVA TRADUÇÃO NA LINGUAGEM DE HOJE), que possui um texto mais compreensível à linguagem dos alunos das faixas infantis. Aqui o professor também poderá encontrar várias sugestões de como apresentar este versículo à sua turma: álbum seriado, fantoche, cartazes, dramatização etc.


Trocando idéias
Esta seção tem por finalidade introduzir a história bíblica e ampliar a participação dos alunos na aula. Vivemos um período em que é imprescindível não somente ouvir a opinião do aluno, mas também valorizá-la. Portanto, traremos várias sugestões de debates e discussões para serem realizados na sala de aula, que contribuirão para o aprendizado e compreensão do tema em foco.

Vocabulário
Esta seção tem por objetivo ampliar o vocabulário de seus alunos. Por isso, em cada lição, mencionaremos alguns termos que provavelmente não sejam de domínio de todos. O professor deverá apresentá-los à medida que forem surgindo na história. É importante ressaltar que nem sempre as explicações aqui mencionadas poderão ser encontradas no dicionário.

Crescendo no Conhecimento
Esta seção compreende o momento principal da aula: a história bíblica. As histórias da Bíblia ajudam as crianças a compreenderem as verdades fundamentais da nossa fé, que as ajudarão a crescer em diversas áreas: física, espiritual, social e cognitiva. Além disso, o modo como os princípios cristãos são ensinados aqui torna a aprendizagem mais interessante, atrativa e eficiente, pois tivemos o cuidado de utilizar uma linguagem apropriada e compreensível para esta faixa etária e sugerir recursos didáticos adequados, que enriquecerão este momento da aula. Aproveitamos as características desta faixa etária para inserirmos ao longo da história bíblica perguntas instigantes, dramatizações, mas principalmente a leitura da Bíblia, pois esta é a fase mais indicada para o aluno adquirir a capacidade de manusear a Bíblia com destreza.

Atividades
Na revista do professor, esta seção conterá as respostas dos exercícios que constarão na revista do aluno. Quando for necessário, para auxiliar o professor na correção, incluiremos também a atividade em si.

Compartilhando as Boas Novas
Esta seção foi inserida na revista em virtude da necessidade de semear no coração dos pequeninos o amor por missões e evangelismo. A cada domingo, apresentaremos uma sugestão de atividade que atinja esse propósito, pois precisamos incentivar os alunos a tornarem o nome de Jesus conhecido de todos.

Despedida
Nesta seção, encontram-se algumas orientações para o encerramento da aula. Como você pode observar, as seções da revista do Mestre constituem um plano de aula exaustivamente pensado e elaborado, a fim de que todo os professores atinjam as metas da Escola Dominical: formar o caráter cristão e preparar discípulos para o serviço do Mestre.

Revista do Aluno
Nesta faixa etária, o aluno já pode levar a sua revista para casa.

Momento em Família
Esta seção foi criada em virtude da importância que os pais possuem na formação de seus filhos. Nosso intuito é que os pais participem mais da educação cristã das crianças, mediante a realização do culto doméstico, uma tradição já esquecida em muitos lares cristãos.

Plano de freqüência
Como você sabe, o plano de freqüência é um incentivo à assiduidade dos alunos. Trata-se de uma atividade diversa, que deverá ser realizada todo domingo pelo aluno, sempre com a ajuda e orientação do professor.

Exercitando a memória
Na revista do aluno, esta seção compreende apenas a transcrição do versículo-chave da lição na versão NTLH (Nova Tradução na Linguagem de Hoje).

Trocando idéias
Na revista do aluno, esta seção incluirá uma ou mais questões debatidas em sala de aula, para que o aluno escreva sua opinião em relação tema discutido.

Crescendo no conhecimento
Aqui, traremos uma transcrição do texto bíblico na NTLH (Nova Tradução na Linguagem de Hoje), que constitui o momento principal da história.

Atividades
Esta seção traz em média três atividades que contribuirão para fixar a aprendizagem do aluno. Geralmente, estarão contemplando conhecimentos bíblicos e aplicação pessoal.

Agenda bíblica
Esta seção foi criada em virtude da necessidade de incentivar as crianças a lerem a Bíblia em casa. Ela será constituída de uma referência bíblica para cada dia da semana. É fundamental nesta idade cultivar o hábito da leitura da Bíblia.

ADOLESCENTES

Cursos Bíblicos

O currículo de cada faixa etária dos adolescentes corresponde a um curso bíblico ministrado em ciclo. Desta forma, o adolescente conclui três cursos até ingressar na classe dos jovens e adultos e usar a revista Lições Bíblicas.

O aluno passa pela revista

1. Em qualquer trimestre que o aluno ingressar na classe, ele estuda a revista que está em uso na seqüência do currículo da sua faixa etária.
2. Ao completar idade para ingressar na classe da faixa etária seguinte, ele recebe o Certificado de Conclusão do Curso Bíblico correspondente à faixa etária que acabou de sair.
3. Assim, o aluno passa por todas as revistas apropriadas para cada faixa etária (Pré-adolescentes, Adolescentes Vencedores e Juvenis Lições Bíblicas), à medida que for alcançando a idade correspondente.

O professor usa sempre a mesma revista da sua faixa etária

1. Quando o professor termina de usar, por exemplo, a revista n.º 8 de Adolescentes Vencedores (13 e 14 anos), voltará a usar a revista n.º 1, reiniciando o ciclo do curso bíblico.
2. Esta forma de uso das revistas, além de acompanhar o sistema educacional brasileiro, exige que o professor especialize-se em determinada faixa etária, para que, desta forma, tenha maior oportunidade de colecionar bom material específico e também se torne um especialista da faixa etária em que leciona na Escola Dominical, contando com melhores condições de executar o trabalho.

Ingresso de aluno em qualquer tempo

Pode haver ingresso de novos alunos na classe em qualquer tempo do ano independentemente da seqüência numérica da revista que tiver sendo usada.
Como fazer a transferência de alunos para a classe seguinte
Deve ser feita no trimestre seguinte ao que o aluno fez aniversário. Por exemplo, se um aluno da classe dos adolescentes (13 e 14 anos) completou a idade para ingressar na classe dos juvenis (15 a 17 anos) em um dos três meses do primeiro trimestre do ano (janeiro, fevereiro e março), só deve ingressar na classe seguinte (juvenis) em abril, primeiro mês do segundo trimestre.

Você deve ter 50 minutos todo domingo para ensinar a lição de sua revista.

As seções da revista são:

Palavra viva
Esta seção contém uma palavra de edificação, reflexão e encorajamento ao professor, porquanto sabemos que o ministério infanto-juvenil de ensino exige dedicação total, impossibilitando o mestre de estar ouvindo o ensino da Palavra de Deus.

Objetivos
Como o próprio nome da seção já revela, aqui o professor encontrará uma meta, que norteará toda a sua aula. Contudo, será apenas uma sugestão, pois o professor precisa ter em mente suas pretensões. Por isso, de acordo com a necessidade de sua turma, ele poderá estabelecer seus próprios objetivos.

Agenda semanal
Para que o professor obtenha sucesso em sua aula, é imprescindível o planejamento, porquanto este permite-lhe organizar as atividades e evitar o desperdício de tempo. Esta seção traz exatamente uma orientação de como preparar-se durante a semana para ensinar com eficiência. Sugerimos momentos de oração, meditação na Palavra, estudo da lição, elaboração dos recursos didáticos, das atividades e dos cânticos.

Iniciando a aula
Esta seção compreende os momentos introdutórios da aula: chegada dos alunos, oração, quebra-gelo, oferta, cânticos, marcação do plano de freqüência, etc. A aula já começa na recepção do professor. Portanto, destacamos aqui a importância de se chegar antes dos alunos e recebê-los com muita alegria. Além disso, enfatizamos a troca de experiências pessoais entre alunos e professor.
OBS:. É importante ressaltar que a CPAD estará lançando um CD e um Livro de Cânticos Infantis para auxiliar o professor em sua aula. Cada CD possui 26 faixas musicais, uma para casa lição, relacionadas à história bíblica. Além disso, com o intuito de facilitar o professor, o livro apresenta os cânticos totalmente cifrados.

A frase do dia é...
A frase do dia consiste numa síntese da mensagem principal da lição. É um tipo de verdade prática e tem por finalidade introduzir a história bíblica e ampliar a participação dos alunos na aula. Além disso, ainda reforça o ensino contido no versículo-chave. Aqui o professor encontrará sugestões de atividades que colaborem para o ensino da frase: dramatizações, desenhos, discussões simples, etc.

Memória em ação
Esta seção foi planejada com o intuito de auxiliar os alunos a memorizarem o versículo-chave, que sempre estará relacionado ao tema de cada lição. Este versículo é uma síntese do que se pretende ensinar naquela aula, ou seja, mediante esta seção, o aluno poderá guardar mais facilmente a mensagem principal daquele dia.
É importante ressaltar que, para facilitar a aprendizagem das crianças, a CPAD, estará utilizando como versão bíblica a NTLH (NOVA TRADUÇÃO NA LINGUAGEM DE HOJE), que possui um texto mais compreensível à linguagem dos alunos das faixas infantis. Aqui o professor também poderá encontrar várias sugestões de como apresentar este versículo à sua turma: álbum seriado, fantoche, cartazes, dramatização etc.

Explorando a Bíblia
Esta seção compreende o momento principal da aula: a história bíblica. As histórias da Bíblia ajudam as crianças a compreenderem as verdades fundamentais da nossa fé, que as ajudarão a crescer em diversas áreas: física, espiritual, social e cognitiva. Além disso, o modo como os princípios cristãos são ensinados aqui torna a aprendizagem mais interessante, atrativa e eficiente, pois tivemos o cuidado de utilizar uma linguagem apropriada e compreensível para esta faixa etária e sugerir recursos didáticos adequados, que enriquecerão este momento da aula.

Oficina criativa
Esta seção trará uma atividade extra para ser realizada com os alunos, a fim de contribuir para a fixação do assunto ensinado naquele dia. Apresentamos aqui sugestões variadas de trabalhos manuais e atividades que envolvam todo tipo de habilidade.

Missão especial
Esta seção foi inserida na revista em virtude da necessidade de semear no coração dos pequeninos o amor por missões e evangelismo. A cada domingo, apresentaremos uma sugestão de atividade que atinja esse propósito, pois precisamos incentivar os alunos a tornarem o nome de Jesus conhecido de todos.

Respostas
Como o próprio já diz, esta seção trará as respostas das atividades encontradas na revista dos alunos. É importante que o professor tenha as respostas da revista dos alunos, a fim de que possa corrigir os exercícios com eles.

Até a próxima aula
Nesta seção, encontram-se algumas orientações para o encerramento da aula. Como você pode observar, as seções da revista do Mestre constituem um plano de aula exaustivamente pensado e elaborado, a fim de que todo os professores atinjam as metas da Escola Dominical: formar o caráter cristão e preparar discípulos para o serviço do Mestre.

REVISTA DO ALUNO

Momento em Família
Esta seção foi criada em virtude da importância que os pais possuem na formação de seus filhos. Nosso intuito é que os pais participem mais da educação cristã das crianças, mediante a realização do culto doméstico, uma tradição já esquecida em muitos lares cristãos.

Plano de Freqüência
Como você sabe, o plano de freqüência é um incentivo à assiduidade dos alunos. Trata-se de uma atividade diversa, que deverá ser realizada todo domingo pelo aluno, sempre com a ajuda e orientação do professor.

Memória em ação
Na revista do aluno, esta seção compreende apenas a transcrição do versículo-chave da lição na versão NTLH (Nova Tradução na Linguagem de Hoje).

A frase do dia é...
Na revista do aluno, esta seção compreende a transcrição da frase do dia propriamente dita.

Explorando a Bíblia
Nesta seção, o aluno encontrará uma síntese da história bíblica numa linguagem apropriada para sua faixa etária.

Atividades
Esta seção traz em média três atividades que contribuirão para fixar a aprendizagem do aluno. Geralmente, estarão contemplando conhecimentos bíblicos e aplicação pessoal.

Você deverá ter 50 minutos, todos os domingos, para ensinar as lições da revista.

As principais seções da revista são:

Para Refletir
Mensagem ou ensino especial para a meditação e edificação do professor. Esta seção tem a finalidade de fazer o mestre refletir a respeito de seu compromisso com Deus e com o ministério de ensino na igreja.

Objetivos
Como o próprio nome da seção já revela, aqui o professor encontrará uma meta, que norteará toda a sua aula. Contudo, será apenas uma sugestão, pois o professor precisa ter em mente suas pretensões. Por isso, de acordo com a necessidade de sua turma, ele poderá estabelecer seus próprios objetivos.

É hora de planejar
Para que os objetivos sejam alcançados é preciso que haja planejamento. Então, nesta seção está relacionado todo o material que será utilizado pelo professor.
O professor será orientado a utilizar ao máximo os recursos visuais disponíveis, cânticos, versículo, revista do aluno etc.
Obs: É importante ressaltar que a CPAD estará lançando um CD e um Livro de Cânticos Infantis para auxiliar o professor em sua aula. Cada CD possui 26 faixas musicais, uma para casa lição, relacionadas à história bíblica. Além disso, com o intuito de facilitar o professor, o livro apresenta os cânticos totalmente cifrados.


Somos assim...
Esta seção foi elaborada para que o professor conheça algumas das principais características gerais, físicas e psicológicas da criança.

Seja bem-vindo!
Nesta seção serão sugeridas atividades que estabeleçam um clima favorável ao início da aula — dinâmicas de grupo (quebra-gelo), trabalhos com recursos audiovisuais etc. Nesta seção o professor será orientado a receber seus alunos com muita alegria e conduzi-los a um cantinho separado previamente, para a realização das atividades programada para o dia. Este momento é muito importante para que os mais tímidos ou relutantes possam adaptar-se ao ambiente. Aqui também o professor será orientado quanto à marcação do plano de freqüência para o incentivo da assiduidade.

A Palavra é...
Nesta seção o professor vai encontrar uma palavra-chave, um vocábulo que sintetiza ou representa a idéia principal, central da lição.
O professor vai receber orientação sobre como apresentar e trabalhar a palavra-chave.

Aprendendo a Bíblia
Esta seção apresenta o versículo-chave da lição, ou seja, o texto-áureo. O versículo-base, fundamental, para a plena compreensão da mensagem. Aqui o professor recebe orientação sobre como apresentar e trabalhar com o versículo-chave, a fim de o ensino ser fixado pelo aluno.
A versão utilizada será a Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Esta é uma versão bíblica séria, confiável, porém com uma linguagem mais acessível ao público infanto-juvenil, facilitando o processo de ensino-aprendizagem.

História Bíblica
Nesta seção o professor vai encontrar a história bíblica do dia. A mesma será baseada num texto bíblico, de forma bem resumida, de acordo com a faixa etária.
O professor também vai encontrar orientações de como utilizar os visuais que acompanham a revista, assim como outros recursos, à medida da necessidade.

Fixando a aprendizagem
Sugestões de atividades manuais onde o ensino principal da lição será reforçado. As sugestões estão relacionadas com os temas das lições.

Vamos brincar?
Nesta seção o professor vai encontrar sugestões de atividades lúdicas que além de divertir vão auxiliar no desenvolvimento físico, emocional e cognitivo das crianças.

Até semana que vem!
Nesta seção o professor vai encontrar sugestões de como se despedir de seus alunos e orientá-los para que retornem no próximo domingo. Nesta etapa, o mestre deverá orientar as crianças para que deixem à sala limpa e arrumada, e verifiquem se estão esquecendo seus pertences. Recomenda-se, ainda, repetir o versículo da seção “Aprendendo a Bíblia”, e cantar um cântico de despedida. A aula deverá ser encerrada com uma oração.

Revista do Aluno
Nela o professor vai encontrar as seguintes seções: Carta aos Pais, Momento em Família, Plano de Freqüência, Texto Bíblico, Aprendendo a Bíblia, História Bíblica e três atividades relacionadas ao tema do dia.
As atividades estão em preto e branco para que os alunos possam colorir as figuras, ajudando na coordenação motora das crianças, além de diverti-las, já que nesta fase gostam de pintar.
A Carta aos Pais deve ser destacada e entregue aos mesmos logo no início do trimestre juntamente com o Momento em Família. O professor deve incentivar os pais a realizarem as atividades propostas no Momento em Família.
Use o Plano de Freqüência para que cada criança aprenda desde cedo à importância de ser assídua na Escola Dominical.
Recomendamos que as revistas dos alunos fiquem guardadas em sala de aula e sejam distribuídas no momento das atividades. Ao final do trimestre a revista deve ser entregue aos responsáveis em um bonito envelope. É importante elaborar um bilhete com uma mensagem de incentivo para a criança e os responsáveis


Você deverá ter 50 minutos, todos os domingos, para ensinar as lições da revista.

As principais seções da revista:

Mensagem ao Professor
Uma mensagem para meditação que vai promover a edificação e exortação do professor. Esta seção tem a finalidade de fazer o mestre refletir a respeito de seu compromisso com Deus e com o ministério de ensino na igreja.

Objetivos
Como o próprio nome da seção já revela, aqui o professor encontrará uma meta, que norteará toda a sua aula. Contudo, será apenas uma sugestão, pois o professor precisa ter em mente suas pretensões. Por isso, de acordo com a necessidade de sua turma, ele poderá estabelecer seus próprios objetivos.

Perfil
Esta seção apresenta as características físicas e psicológicas desta faixa etária.

Você vai precisar
Neste espaço, será enumerado todo o material a ser utilizado na aula. É importante que o professor inicie o preparo logo no início da semana.

Bem-vindos!
Nesta seção serão sugeridas, ao professor, atividades que estabeleçam um clima favorável ao início da aula — dinâmicas de grupo (quebra-gelo), trabalhos com recursos audiovisuais etc. O professor será orientado a receber seus alunos com alegria e conduzi-los a um cantinho separado previamente para a realização das atividades iniciais. Este momento é muito importante para que os mais tímidos ou relutantes possam adaptar-se ao ambiente. Aqui também o professor será orientado quanto ao Plano de Freqüência. O mesmo tem como finalidade incentivar a assiduidade.

Adoração
Nesta seção serão apresentados os cânticos do trimestre. Todos estão relacionados aos temas das lições.
O professor será orientado sobre como conduzir os alunos à adoração e como apresentar os corinhos valendo-se de variados recursos didáticos. O mestre também receberá orientação sobre as ofertas e o momento de oração.
Obs: É importante ressaltar que a CPAD estará lançando um CD e um Livro de Cânticos Infantis para auxiliar o professor em sua aula. Cada CD possui 26 faixas musicais, uma para casa lição, relacionadas à história bíblica. Além disso, com o intuito de facilitar o professor, o livro apresenta os cânticos totalmente cifrados.

Palavra-chave
É uma palavra que sintetiza ou representa a idéia principal, central da lição. Nesta seção o professor recebe orientação sobre como apresentar e trabalhar a palavra-chave.

Para guardar no coração
Nesta seção, o professor vai encontrar o versículo-chave da lição, ou seja, o texto-áureo. O versículo-base, fundamental, para a plena compreensão do ensino bíblico do dia. Aqui o professor recebe orientação sobre como apresentar e trabalhar com o versículo-chave, a fim de que o ensino seja fixado pelo aluno.
A versão utilizada será a Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Esta é uma versão bíblica séria, confiável, porém com uma linguagem mais acessível ao público infanto-juvenil, facilitando o processo de ensino-aprendizagem.


Contando histórias da Bíblia
Nesta seção o professor recebe as orientações sobre como contar a história bíblica (linguagem, entonação, ritmo, aplicação prática etc) e como utilizar os visuais que acompanham a revista, assim como outros recursos, à medida da necessidade.

Oficina de idéias
Nesta seção o professor recebe sugestões sobre como elaborar atividades que contribuam para o desenvolvimento das habilidades motoras e cognitivas dos alunos (desenhos, pinturas, colagens etc). As atividades estão relacionadas com o tema do dia e vão ajudar a criança a fixar o ensino.

Revista do aluno
Nesta seção o professor vai encontrar as respostas das atividades da revista do aluno e orientações de como trabalhar as atividades propostas.
As atividades estão relacionadas com os temas das lições.

Hora de brincar
Sugestões de atividades lúdicas, relacionadas com os temas das lições. Trata-se de brincadeiras que vão permitir as crianças fixarem, de modo divertido, o ensino do dia.

Até logo
Nesta seção serão apresentadas sugestões de como o professor poderá despedir-se de seus alunos e orientá-los para que retornem no próximo domingo.
Nesta etapa, o mestre deverá orientar as crianças para que deixem à sala limpa e arrumada, e verifiquem se não estão esquecendo seus pertences. Recomenda-se, também repetir o versículo da seção “Para guardar no coração”, e cantar um cântico de despedida. A aula deverá ser encerrada com uma oração.

Revista do Aluno
Nela o professor vai encontrar as seguintes seções: Carta aos Pais, Momento em Família, Plano de Freqüência, Texto Bíblico, Para Guardar no Coração, História Bíblica e duas atividades relacionadas ao tema do dia.
As atividades estão em preto e branco para que os alunos possam colorir as figuras, ajudando na coordenação motora das crianças, além de diverti-las, já que nesta fase gostam de pintar.
A Carta aos Pais deve ser destacada e entregue aos mesmos logo no início do trimestre juntamente com o Momento em Família. O professor deve incentivar os pais a realizarem as atividades propostas no Momento em Família.
Use o Plano de Freqüência para que cada criança aprenda desde cedo à importância de ser assídua na Escola Dominical.
Recomendamos que as revistas dos alunos fiquem guardadas em sala de aula e sejam distribuídas no momento das atividades. Ao final do trimestre, a revista deve ser entregue aos responsáveis em um bonito envelope. É importante elaborar um bilhete com uma mensagem de incentivo para a criança e os responsáveis

Manual do Mestre (CPAD)

• Objetivos
Como o próprio nome da seção já revela, aqui o professor encontra uma meta, que norteará toda a sua aula. Contudo, será apenas uma sugestão, pois o professor precisa ter em mente suas pretensões. Por isso, de acordo com a necessidade de sua turma, ele poderá estabelecer seus próprios objetivos.

• É hora de preparar o ambiente
Esta seção serve para auxiliar o professor no cuidado que se deve ter com o espaço físico. Para que se evitem acidentes o berçário deve ser limpo e bem adaptado a esta faixa etária.

• É hora de conversar com a tia
Nesta seção o professor encontra comentários sobre o tema a ser abordado no dia ou algumas sugestões didáticas com o objetivo de melhor transmitir o tema do dia e realizar as atividades propostas com mais eficiência. Os temas abordados podem ou não se relacionar com a temática da lição, por terem uma abordagem mais pedagógica.

• É hora de conversarmos sobre sua turminha
Esta seção o professor encontra algumas das principais características gerais, físicas e psicológicas da criança — temas relacionados à educação infantil.

• É hora de louvar a Deus
Nesta seção o professor encontra sugestões de cânticos. As letras dos cânticos estão no Manual do professor; pois o mesmo virá acompanhado de um CD. As músicas estão relacionadas aos temas das lições.

• É hora do versículo
Nesta seção o professor vai encontrar sugestões de como trabalhar o versículo bíblico do dia.
Os versículos são bem curtinhos. Alguns se repetem durante o trimestre.
Estaremos utilizando a versão Nova Tradução na Linguagem de Hoje. Está é uma versão bíblica séria, confiável, porém com uma linguagem mais acessível ao público infanto-juvenil.


• É hora da história bíblica
Nesta seção o professor vai encontrar a história bíblica do dia. A mesma está baseada no texto bíblico, com palavras simples e de forma resumida, de acordo com a faixa etária. Não estaremos trabalhando com visuais. Estamos sugerindo que o professor trabalhe com uma Bíblia de pano para o bebê ou a Minha Primeira Bíblia da CPAD.

• É hora de brincar
Sabemos da importância das atividades lúdicas para o desenvolvimento (físico, emocional, físico, emocional, cognitivo...) das crianças. Por isso, elaboramos está seção onde o professor vai encontrar sugestões de atividades lúdicas relacionadas ao tema da lição e de acordo com a faixa etária.

• É hora das sugestões especiais
Sugestões de atividades manuais para enfeitar a classe, lembrancinhas que podem ser oferecidas aos pais ou sugestões de recursos didáticos para serem utilizados em classe.

• É hora das atividades
Treze folhas de atividades elaboradas para as crianças de dois anos. As folhas estão soltas para que o professor possa reproduzi-las de acordo com o número de crianças em sua classe. As atividades estão relacionadas com os temas das lições.

• Você sabia...
Esta seção traz informações sobre educação infantil. As mesmas não estão relacionadas com a temática do dia. O objetivo é que o professor conheça mais sobre o universo infantil.

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Que tal confeccionar um porta-retrato diferente? Esta sugestão do site orientaltrading é muito simples e fácil de fazer. Cada criança enfeita o seu pregador e coloca uma foto do papai, uma cartinha, um desenho...

Marcadores de páginas (da Tia Marcília)









Calendário enfeitado

Calendário enfeitado

Vamos reciclar e aproveitar materiais de uso social?!!! Sabem aqueles calendários que encontramos em farmácias e mercados? Eles possuem propaganda do comércio... No entanto podemos deixá-los mais bonitos e criativos com um toque especial. Veja algumas sugestões!!!








http://marciliacampos.blogspot.com

Aventais Pedagógicos

Aventais Pedagógicos




Como fazer um jogo da velha com massinha de biscuit

Um jeito bacana de aprender arte e brincar. Este é um jogo-da-velha de insetos com massinha de biscuit




A partir de 3 anos

Beto Tchernobilsky

Olha que jeito bacana de aprender arte e brincar. Este é um jogo-da-velha de insetos com massinha de biscuit. Nos inspiramos no livro Massinha de Farinha (Ed. Cia Nacional) e pedimos ajuda para a artesã Regiane Gomes

Beto Tchernobilsky
Material
- 2 xícaras de amido de milho
- 2 xícaras de cola branca
- 2 colheres (sopa) de vaselina líqüida
- Suco de ½ limão
- 2 colheres (sopa-rasas) de creme para as mãos - sem silicone e não gorduroso
- Tinta para tecido colorida
- 2 folhas coloridas de E.V.A.
- Tesoura
- Espátula
- Papel-filme


Passo-a-passo


Beto Tchernobilsky
1. Misture a vaselina, a cola e o amido em uma vasilha que possa ser colocada no microondas. Acrescente o suco de limão. Mexa bem até formar uma pasta homogênea. Um adulto precisa levar a vasilha ao microondas por três minutos, em potência alta, e mexer a cada minuto. O ponto certo é quando ela estiver ressecada por cima e mole por baixo.
Beto Tchernobilsky
2. O adulto tem de passar creme nas mãos e na base em que for sovar a massa. Amasse até ela adquirir consistência. Embrulhe-a em papel-filme e deixe esfriar. Se a massa ficar exposta sem a proteção do filme, ela resseca toda.
Beto Tchernobilsky
3. Separe a massa em pedaços. Coloque um pouco de tinta em uma parte para colorir e amasse. Depois, embrulhe no papel-filme de novo.
Beto Tchernobilsky
4. O corpinho da borboleta é um rolinho com uma das pontas levemente amassada (para marcar a cabeça). As asinhas são duas massas em formato de coxinha - uma maior e outra menor. Depois coloque as bolas brancas. Faça cinco opções e espere secar por 24 horas.
Beto Tchernobilsky
5. Para a abelha, faça uma bola para a cabeça, o corpinho em formato de rolo e duas tirinhas bem fininhas na cor preta. As asas são duas coxinhas amassadas - é preciso tingir a massa com tinta branca, senão pode ficar transparente. Faça cinco opções e espere secar por 24 horas.
Beto Tchernobilsky
6. Corte nove quadrados de E.V.A. azul de 5 cm de lado. A base do jogo da velha mede 20 cm em todos os lados. Cole os quadrados com cola branca. Aí é só jogar.

Beto Tchernobilsky
Ensinamos apenas um exemplo. Você pode fazer quantas formas quiser! Para jogar, cada participante deve tentar preencher as colunas com suas peças e pode ser na diagonal, horizontal ou vertical

Urim e Tumim

Alinhar ao centro

Nome de um ou mais objetos pertencentes ao Racional do Juízo que o sumo pontífice trazia ao peito de modo que estivesse sobre o coração do sacerdote quando se apresentava diante do Senhor (Ex 28.30; Lv 8.8). Estes objetos, provavelmente, eram guardados em uma dobra do Racional do Juízo, ou por baixo dele. Por meio do Urim e Tumim, o sumo sacerdote consultava a vontade de Deus em casos difíceis. Este processo não era aplicável a casos particulares, nem a interesses privados, e somente sobre negócios de interesse público. Por isso mesmo, o lugar do Urim e Tumim era no Racional do Juízo, onde se achavam gravados os nomes das doze tribos de Israel sobre pedras preciosas. Por meio do Urim e Tumim, se consultava a vontade de Deusa acerca de assuntos judiciais e de negócios públicos (Nm 27.21; cp. Js 9.14; Jz 1.1; 20. 18,23,27,28; 1Sm 10. 22; 14.36-42; 22.10,13; 23. 9-12; 28. 6; 30.7,8; 2Sm 2.1; 5.19, 23,24. O Urim e Tumim eram consultados, não só no onde estava a arca, Jz 20.27,28; 1Sm 22.10, como em qualquer outro lugar onde estivesse presente o pontífice devidamente autorizado. As respostas eram simples, consistindo em afirmativas ou negativas, nem sempre era este o caso, 1Sm 10.22; 2Sm 5.23,24. Ocasionalmente, também, quando o pecado havia interrompido a comunhão com Deus, não havia respostas, 1Sm 14.37; 28.6. Não se encontram referências ao Urim e Tumim, depois do reinado de Davi. Depois da volta do cativeiro, nenhum dos sacerdotes usava o Urim e Tumim, Ed 2.63; Ne 7.65. Somente o sumo sacerdote poderia gozar o privilégio de consultar o Senhor por meio do Urim e Tumim. leste privilégio constituiu a glória da tribo de Levi, Dt 33.8.

Tem havido diferentes explicações sobre o Urim e Tumim. Por exemplo: procuram descobrir analogia com as insígnias de que usava o sacerdote egípcio, quando funcionava como supremo juiz. Dizem os escritores clássicos que ele trazia um emblema suspenso ao pescoço por uma cadeia de ouro, representando a verdade, somente enquanto duravam as suas funções de juiz, que colocava sobre a pessoa a favor de quem pronunciava a sentença. Não existem provas que indiquem que tal insígnia também servisse para consultar a vontade divina. Outros são de parecer, que por ocasião de o sacerdote vestir o éfode com o Urim e Tumim e fazer oração a Deus, ocorria-lhe uma idéia, cuja origem divina se confirmava por um brilho estranho produzido pelas pedras preciosas do Racional do Juízo, ou peitoral. Deste fenômeno se originou a palavra Urim, que quer dizer luzes. Tem-se pensado que as respostas se percebiam através de um brilho sucessivo das letras que formavam os nomes próprios, gravados nas pedras; mas para nada dizer sobre o fato de que o alfabeto completo não havia produzido estes nomes, e que em várias das respostas de que há notícia, existem letras que não se encontram nas pedras, a idéia integral cheira aos milagres inventados pelos sacerdotes gregos e romanos, inteiramente estranhos aos métodos e concepções do ritual hebraico. Existem apenas duas teorias dignas de atenção.

1) O Urim e o Tumim eram um ou mais acessórios do éfode e que dele se podiam separar para serem usados à maneira de dados, e pelo modo por que caíam, revelavam a vontade de Deus. Esta é realmente uma concepção possível, mas sem provas a seu favor. Procuram firmar esta teoria, dizendo que duas vezes se faz referência ao lançamento de sortes, em íntima conexão com as consultas ao Urim e Tumim (1Sm 10. 19-22; 14.37-42). Neste último caso, Saul rogou ao Senhor que lhe desse a conhecer por meio da sorte porque é que não respondia ao seu servo. A palavra usada no original é thamim; que se pronunciava thummim. Assim sendo, o Urim e Tumim era uma espécie de sorte. Mas nas duas passagens citadas, o lançar as sortes é ato distinto de consultar o Senhor, e se realizava para propósito diferente daquele que pedia conselhos.

2) O Urim e Tumim não fazia manifestações exteriores, era antes um símbolo. O sumo sacerdote vestia o éfode com o Urim e Tumim, sinais de sua investidura para obter a luz e a verdade, como as duas palavras indicam, a fim de que pudesse buscar o conselho de Jeová da maneira por Ele indicada. Humildemente punha diante de Deus a sua petição. A resposta vinha-lhe à mente; e como tivesse feito o seu pedido de acordo com as Instruções divinas e baseada na promessa de que receberia luz e verdade, tinha-a como a expressão da vontade de Deus. A fé em Deus baseava-se na evidência das cousas não vistas. Esta interpretação do Urim e Tumim harmoniza-se com o espírito de todo o ritualismo do tabernáculo. A resposta consistia em uma iluminação interna, sem nenhum sinal exterior em paralelo com as revelações dos profetas.

Fonte: Dic. Bíblia John Davis

Brincadeira Bíblica - Margarida Faceira

Brincadeira Bíblica - Margarida Faceira

Material Necessário:
Feltro verde - caule e folhas
Feltro amarelo - miolo com uma carinha
Feltro branco - oito pétalas

Instruções: Monte a margarida no quadro, começando com as partes verdes. Use a ponta do caule como centro e coloque oito pétalas formando um círculo quase completo.

Depois, coloque o miolo amarelo, bem no centro.
1. Divida a classe em dois times.
2. Faça perguntas alternadamente para os times.
3. Quem responder certo pode escolher uma pétala e retirá-la do quadro. No verso de cada pétala tem o número de pontos que o time receberá pela resposta certa. (O valor dos pontos deve variar entre 50 e 125. O time que tiver a maior soma de pontos será o vencedor.
- Não coloque as pétalas em ordem crescente de pontos).

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

A PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO CRISTÃ

As características físicas, mentais, sociais, emocionais e espirituais dos alunos; o que ensinar e como ensiná-los

Josivaldo de França Pereira

Minha professora de psicologia da educação da faculdade de filosofia costumava dizer que "de médico, louco e psicólogo todo mundo tem um pouco". Menciono esse fato somente para salientar que a psicologia apresentada neste artigo (uma adaptação nossa do livreto O Bom Professor Conhece Os Seus Alunos) não é a psicologia no sentido técnico do termo (apesar de reconhecermos a importância da ciência psicológica). Trata-se apenas da psicologia da sala de aula. Daquela aprendida, principalmente, na convivência com os alunos.
Neste artigo tentaremos ajudar você a conhecer melhor os alunos de sua classe de escola dominical. Possuir um conhecimento profundo das características e necessidades de seus alunos é imprescindível para um ensino eficaz e bem sucedido.

AS CARACTERÍSTICAS DAS CRIANÇAS DE 1 A 3 ANOS

A construção começa pelo alicerce. Como nosso alvo é construir Cristo na vida das pessoas, começamos pelo alicerce, que são as crianças de 1 a 3 anos. Neste artigo, gostaríamos de ver suas características, e as maneiras como conseguiremos alcançá-las, usando a Palavra de Deus.
Isto talvez soa estranho aos ouvidos de alguns, porém a verdade é que a criança nesta idade pode captar muitas verdades acerca de Deus, por causa do instinto de busca de Deus que existe em todo ser humano. Damos muita importância a esta idade porque dela Deus pode receber muito louvor.

Fisicamente
Estão crescendo rapidamente. Seus músculos exigem ação, por isso são turbulentas. Elas se cansam com facilidade e necessitam de longos períodos de descanso.

1 a 2 anos: a criança age impulsionada pelos músculos maiores mas cai quando tenta andar rapidamente. Quebra tudo que tenta alcançar porque os músculos menores não se desenvolveram e não há uma perfeita coordenação motora. Por isso, todos os brinquedos devem ser fortes, grandes e leves.
Aos dois anos gosta de enfileirar objetos: cadeiras, brinquedos, etc. É hora de ensiná-la a usar o vasinho para suas necessidades físicas. Paciência e calma são essenciais nessa fase.

3 anos: os músculos menores estão mais desenvolvidos. Tem uma coordenação motora mais equilibrada. Consegue equilibrar-se e controlar o próprio corpo. Por isso, com freqüência, ela pula de um lugar mais alto; pendura-se na mesa, na maçaneta e até no seu braço. Não fique bravo por isso. Sob sua supervisão, deixe-a dependurar-se e balançar-se, pois isto faz parte de seu crescimento normal. Não seja um empecilho para o seu crescimento.
Gosta de brincar com argolas de plástico, latinhas, etc., mas além de enfileirar já consegue também empilhar os brinquedos.
As crianças de um a três anos adoecem com facilidade - o ambiente da sala deve ser o mais sadio possível para evitar contágios.

Mentalmente
São curiosas e investigadoras, por estarem começando a conhecer as maravilhas que Deus criou.

1 a 2 anos: sua atenção é limitada - um minuto a dois, no máximo; a mente cansa-se logo; fala pouco, mas entende quase tudo. Não tem a habilidade de fazer perguntas, nem observações engenhosas. Devemos nos lembrar de variar as atividades, contar histórias ou falar rapidamente sem entrar em detalhes, e não esperar que ela participe ativamente da aula, respondendo a todas as perguntas e nem perguntando. Ela entende mais do que fala.

3 anos: "O que é isso?". É a pergunta mais comum entre elas. Não tem noção dos dias da semana; gosta de repetições; falam mais palavras. Gosta de explorar o desconhecido - quebra a asa do avião para ver o que tem dentro. Arranca a perninha dos bichinhos para ver de que é feita. Para aproveitar essa curiosidade aguçada, prepare uma mesa com as coisas que Deus fez e vá sempre acrescentando mais objetos. Deixe a mesa sempre coberta com plástico para evitar estragos.
A criança fala através de frases, mas sua mente está, geralmente, adiante do que diz. Não a ajude nem a apresse para encontrar palavras. Ouça pacientemente, custe o que custar. Por causa da infiltração da TV e sua maneira marcante de comunicar, as crianças dessa idade, hoje, falam muito mais que no passado. MESMO ASSIM NUNCA SE ESQUEÇA DE QUE ELA TEM APENAS TRÊS ANOS E É UMA CRIANÇA.

Social e emocionalmente
São sensíveis. Gostam de falar, de agradar e de serem agradadas. Precisam da atenção de todo mundo. Chamam a atenção de todos, sendo ou muito boas ou rebeldes de mais: gritam, choram, são egoístas ao extremo, etc. Conseguem perceber o humor do professor pelo timbre de voz, sorriso e contato corporal.

1 a 2 anos: certos incidentes ficam gravados na memória da criança para sempre. Ela pode não querer ir à escola dominical porque um coleguinha bateu nela na saída, ou porque teve uma impressão má da professora. Todas às vezes que sabe que terá de ir à igreja começa a chorar. Demora muito para se ambientar em uma nova situação. Ela se retrai e torna-se agressiva. Ex.: quando se separa da mãe, pela primeira vez, para ir à sua classe, chora porque pensa que vai perdê-la ou que ela vai embora. Leve-a até à classe da mãe e mostre-lhe que ela ainda está lá. Após várias tentativas, se não se acostumar com a idéia de separar-se da mãe, traga um guarda-chuva ou capa ou bolsa da mãe e deixe-a na sua classe. Assim a criança vai sentir que ela não foi embora. Nunca diga: "Você é um menino grande e ainda está chorando? Veja todas as crianças ao seu redor olhando. Você não tem vergonha?". Antes, abrace a criança que tem o nariz escorrendo e os olhos cheios de lágrimas, limpe-os com um lenço, mostre a ela um brinquedo, figura ou livro. Ela precisa de segurança. Ela se sente mais segura e ajustada na escola dominical quando é saudada todos os domingos pela mesma ou mesmas professoras.
Não consegue ainda brincar com o grupo. Ela brinca sozinha no meio do grupo. Nunca espere que todos brinquem com ela. Ela não sabe brincar em conjunto.

3 anos: gosta de estar entre outras pessoas. Não tem muito problema para ficar longe da mãe, se conseguir se ajustar ao meio ambiente. Também gosta de brincar sozinha no meio de todos, mas já consegue brincar com os outros. É egoísta - pode derrubar os blocos empilhados por outro menino, para aumentar sua própria construção. Pode pegar as bolachas e colocar a maioria na boca, só para não dar para os outros. Por outro lado, gosta de ajudar os outros e sente alegria em fazê-lo. Ex.: dá sua boneca para a menina que está chorando e diz palavras de consolo.
Não gosta de ser mandada, mas fará muitas coisa se você as sugerir de maneira clara e diretiva. Ex.: "Olhem o relógio; está na hora de guardar as bonecas na cama, os blocos dentro das caixas. Tique-taque, tique-taque, vamos todos trabalhar. Tique-taque, tique-taque, um pouco mais, um pouco mais e descansar. Tique-taque, tique-taque, um pouco ali, um pouco aqui, e terminar. Obrigada, obrigada, e até outro dia começar".
Espiritualmente
Por causa do instinto de busca que existe no ser humano ela deseja e tem sede de conhecer o Deus vivo e atuante. Ela aprende a conhecer a Deus através das palavras e ações das pessoas que a cercam.

1 a 2 anos: tem capacidade para entender e experimentar o amor de Deus. A criança aprende essa verdade ouvindo, vendo e experimentando. Leva tempo para ela ganhar noção de uma verdade, mas um pouco aqui, um pouco ali, e ela consegue aprender. (Is 28.10,13). Aos dois anos de idade gosta de orar e dizer palavras simples para Deus; aprende a agradecer a Deus quando as pessoas ao seu redor assim o fazem, dando graças a Deus por todas as coisas. (Ef 5.20). Ex.: "Vamos agradecer a Deus porque João está só resfriado e não precisou ir para o hospital, e porque no próximo ele já estará aqui para aprender das coisas de Deus". A prova de que ela aprende é que, durante a semana, ela tenta cantarolar os cânticos aprendidos. Desafina e inventa palavras, mas canta com alegria.

3 anos: seu interesse por Deus continua crescendo. Gosta de ouvir contar que Deus criou tudo: flores, frutos, sol, chuva, noite e dia, e os animais. Nessa época, comece a ensinar que Deus criou o corpo. Ex.: "Deus não foi bom de nos dar mãos fortes para podermos colocar os blocos dentro da caixa? Deus nos deu ouvidos e por isso podemos ouvir esta bonita música que fala de Jesus, não é?". Mesmo olhar pela janela num domingo chuvoso pode dar ocasião para uma conversa: "Deus é bom de dar esta chuva tão boa que ajuda as plantas a crescerem. Vamos agradecer a Deus por esta chuva".

O QUE E COMO ENSINAR AS CRIANÇAS DE 1 A 3 ANOS
1 a 2 anos: a melhor maneira de ensinar uma criança nesta idade é usar a conversação dirigida, isto é, conduzir cuidadosamente a conversa e o pensamento da criança na direção de uma verdade bíblica ou do objetivo da lição. Ex.: quando ela conseguir virar a página de um livro, diga que Deus fez suas mãos e é por isso que ela consegue mexer naquele livro. Quando uma criança aparecer com uma blusa bonita diga: "Como Deus é bom de ter feito um pano tão macio e quentinho. Vamos agradecer a Deus por esta blusa". Se ela desejar tirar a blusa porque ficou com calor, aproveite para dizer: "Você já imaginou se Deus não tivesse feito o sol? Morreríamos de frio".
A Bíblia se tornará um livro especial para ela se a professora e os pais assim lhe ensinarem, falando-lhe sobre a Bíblia ou deixando que ela a carregue com cuidado e respeito. Ex.: diga: "Eu vou segurar seu dedinho e colocá-lo sobre a Bíblia no lugar que diz: 'Deus me fez'. - Jó 33.4". Assim ela vai aprendendo as coisas de Deus.

3 anos: use cânticos com gestos que ela possa participar livremente. Ex.: história da criação: Deus fez a lua - as crianças fazem um círculo com as mãos. Deus fez as estrelas - mexer com os dedinhos. Deus fez tudo isso e colocou no céu - apontar o dedinho indicador para o céu. Deus fez o sol - fazer o círculo com as mãos; as árvores - erguer as duas mãos para cima; as flores - abaixar até o chão. Os passarinhos voam no céu que Deus fez - usando as mãos, fazer de conta que estão voando.

AS CARACTERÍSTICAS DAS CRIANÇAS DE 4 A 6 ANOS
É nessa fase, entre 4 e 6 anos, que as impressões mais profundas, provindas do ambiente em que a criança vive, estão se interiorizando nela, para depois serem externadas através de ações e reações, inclusive na fase adulta. É uma idade propícia para se entender a realidade de Cristo e Sua atuação na vida diária. A criança poderá entender, sentir e viver Cristo se isso lhe for ensinado através de palavras e atitude. Procuremos então conhecê-la para ajudá-la a se encontrar com Cristo e ter uma vida que agrade a Deus.

Fisicamente
Crescimento muito rápido. Os músculos estão se desenvolvendo, dando-lhe assim um melhor controle motor. Consiga equipamentos adequados como, por exemplo: cadeiras baixas, para que os pezinhos não fiquem balançando, mesas de altura apropriada para que a criança não tenha que ficar pendurada ou de pé para escrever, desenhar ou brincar. Materiais como figuras ilustrativas e objetos de borracha devem ser grandes. As tesouras pequenas e sem ponta são mais aconselháveis.
É ativa e, como conseqüência disso, cansa-se facilmente. Seus olhos ficam ardendo e os ouvidos cansados quando ouve ou vê algo por muito tempo. Apesar de ser tão ativa e aparentar saúde inabalável, é sensível e sujeita a doenças. Deve-se providenciar atividades variadas e incluir um período de descanso ou de atividades que exijam menos esforço. Mantenha a sala sempre bem iluminada, fale pouco e de maneira clara; modifique o tom e a entonação da voz, dependendo dos personagens e circunstâncias. Para evitar que a criança transmita ou contraia alguma doença, esteja sempre alerta e verifique se algum aluno está com alguma doença contagiosa como catapora, sarampo, rubéola ou com qualquer outro sintoma que revele possível doença.

Mentalmente
Responda a todas as perguntas de maneira simples e verdadeira pois a criança dessa idade é indagadora, curiosa e está pronta a aprender.
Como sua atenção é limitada, variando de 5 a 10 minutos, diversifique as atividades: jogos, descanso, cânticos, lanche, limpeza da sala, guardar os brinquedos na caixa, etc.
Tem boa memória mas não tem noção exata de tempo nem de distância. Sua mente é ativa e quer expressar o que pensa, mas não sabe como.

Socialmente
Gosta de estar com os outros e é capaz de brincar em conjunto. Promova então atividades nas quais todos brinquem juntos. Não utilize atividades de grupo, em que seja preciso construir algo definido. Raramente dará resultado pois ela não consegue continuar o que o outro já começou. A tendência é de destruir.
Nesta idade muitos já estão demonstrando qualidades de liderança, enquanto outros só agem baseados em sugestões. Encoraje os líderes a tomarem a liderança, mas não egoisticamente, e proporcione oportunidades para que outros liderem também.
É egoísta e pensa que tudo lhe pertence. Procure ensinar-lhe a importância de ser cordial e amável com os outros, e também os princípios bíblicos de posse. Deixe claro que Deus se agrada quando dividimos nossas coisas com os outros. (Exemplo do menino que deu os pães e peixes a Jesus). Proporcione oportunidades de dar e receber.
Deseja a aprovação do grupo e dos adultos. Elogie-a sinceramente quando fizer coisas certas. Se fizer algo errado ou mal feito, em vez de dizer: "Eu sabia que você iria fazer isso...", diga: "Não está tão bom como os que você costuma fazer, mas sei que consegue fazer melhor. Gostei muito do verde da grama", ou "Gostei de ver como você caprichou no telhado".
Gosta de palavras e piadas tolas. Ria se forem inocentes ou sem afetação pessoal. Discipline, se não forem, mas sem alterar a voz nem o gesto. Se acontecer de se divertirem às custas de defeitos físicos de outras pessoas, ou da dificuldade de alguém aprender a língua do país, chame-as, uma a uma, à parte e explique-lhes, com amor, sem tom de recriminação que aquilo fere a outra pessoa. Pode dar uma explicação, dependendo do caso, de como aquele menino ficou daquele jeito. Converse com uma criança de cada vez. Em casos de disciplina, isso dá mais resultado do que falar ao grupo.

Emocionalmente
Proporcione um ambiente calmo. Não grite, nem crie uma atmosfera carregada, com imposições e antagonismo (resultado de uma disciplina muito rígida), pois a criança é sensível e suas emoções são intensas.
É capaz de controlar o choro. Encoraje-a, quando esfolar o joelho em conseqüência de uma queda, simplesmente colocando a mão na cabeça dela e dizendo: "Puxa! Como você cresceu!".
Muitas de suas ações são permeadas de uma atitude egoísta, invejosa e ciumenta. Evite mostrar favoritismo, elogiando sempre o trabalho de uma criança só, ou dando oportunidades apenas para algumas fazerem determinadas coisas.
É explosiva. Nunca lhe peça algo que esteja além de sua capacidade, pois quando não consegue realizar a tarefa, ou chora ou fica desanimada, e fica com um gostinho amargo de derrota.
É bondosa. Gosta de ajudar os outros, desde que isto não traga ameaça para si. Ensine-a a repartir as coisas e a mostrar amor e simpatia pelos outros, orando, dando ou fazendo algo.
É teimosa, e bate o pé quando as coisas não saem como ela quer, ou quando é obrigada a fazer algo que não quer fazer. Aprenda a boa arte de sugerir as coisas firmemente, mas sem rispidez. Ex.: Em vez de dizer: "Guarde os brinquedos, porque já vamos ouvir a história", diga: "Chegou a hora de ouvirmos mais uma parte da história de Jesus. Quem gosta de ouvir a história de Jesus? Então vamos todos guardar os brinquedos na caixa, antes de ouvir a história".
É medrosa demais. Evite dizer: "Se você não ficar quieto, vou falar com sua mãe". Evite histórias que causem medo: "... então veio um homem baixinho, de bigode, com um chapéu preto na cabeça. Ele veio devagarzinho... e zup! Agarrou o missionário, e ele gritou: "Ahhh!". Além de ficar com medo, ela vai pensar que todo homem baixinho é um bandido que agarra as pessoas.

Espiritualmente
Pensa em Deus de um modo pessoal e consegue dar-Lhe verdadeiro louvor. Leve-a a ter um contato pessoal com o Senhor através da oração de agradecimento, de petição, e pelas histórias da Bíblia. Diga-lhe repetidas vezes que Deus odeia seus pecados mas a ama muito.
Ela pergunta com freqüência sobre a morte, porque tem dúvidas. Responda com simplicidade, sem mostrar mistério ou cinismo.
Acredita nos adultos e está pronta a ouvir de Cristo. Seja verdadeiro e fale de Cristo de maneira bem simples. Faça um apelo após contar a história, ou em qualquer ocasião propícia. Depois que ela tomar a decisão, verifique se entendeu e fale sobre a certeza da salvação, caso tenha mesmo se decidido.
O QUE E COMO ENSINAR AS CRIANÇAS DE 4 A 6 ANOS
Use recursos visuais simples mas significativos para ela. Faça-a participar da aula, dramatizando, recortando a história, respondendo perguntas, ou fazendo algum trabalho manual. Não use comparações nem palavras figuradas na história. Esta deve ter seqüência lógica e ser curta. Fale pouco e de maneira clara. Modifique o tom e a entonação da voz, dependendo dos personagens e circunstâncias. Toda palavra nova deve ser explicada para evitar que a criança memorize coisas sem sentido. Cada verdade básica deve ser repetida muitas vezes, de várias maneiras. Evite dar duas explicações a uma mesma lição, pois pode causar confusão. Faça perguntas que a ajude a expressar suas idéias naturalmente, sem forçá-la, também sem depreciá-la quando não conseguir explicar aquilo que quer falar.

Planos de salvação
1. Eu pequei - Rm 3.23 - Sabe que você é pecador? Você diz mentiras, tem raiva do irmãozinho e desobedece? Isto tudo é pecado. O pecado separa você de Deus.
2. Deus me ama - Jo 3.16 - Deus odeia o pecado que você comete, mas Ele o ama tanto que fez uma coisa para você não ficar longe dEle: deu Jesus.
3. Cristo morreu por mim - Rm 5.8 - Cristo morreu em seu lugar para que você não fique mais separado de Deus.
4. Eu O aceito - Jo 1.12 - Se você receber Cristo em seu coração, você se torna filho de Deus, e seus pecados são perdoados. Quer orar a Jesus e pedir-Lhe para vir morar com você para sempre e limpar seu coração?
5. Estou salvo - Jo 1.12 ou Jo 5.24 - O que você fez? Isto: abriu o coração para Jesus entrar. Onde Ele mora agora? A Bíblia diz que Jesus nunca mais vai abandoná-lo. Você está seguro nas mãos de Deus.

AS CARACTERÍSTICAS DAS CRIANÇAS DE 7 A 9 ANOS
Na idade de 7 a 9 anos a criança tem uma personalidade vibrante e curiosa, mas que também oferece momentos de frustração para o professor. Cada uma dessas idades - 7, 8 e 9 - tem suas características, necessidades e habilidades próprias. Não há dois alunos iguais; no entanto, há traços comuns a todos eles. Um bom conhecimento desses pontos análogos dará ao professor mais base para enfrentar e solucionar os problemas e necessidades de cada um.
Nessa idade, as crianças descobriram um mundo novo e estão vivendo intensamente dentro dele: é a escola secular - aulas, horários, responsabilidades, concorrência em notas, brigas durante o recreio, disciplina, hostilidade sem a proteção dos pais, coleguismo, realizações, recompensa, etc. Gostam da escola, da professora, dos seus cadernos de tarefa, enfim, do seu novo mundo. Sabem fazer comparações e descobrir se uma coisa é boa ou não, organizada ou não. E a escola dominical pode ficar em segundo plano se você, professor(a) dessa faixa etária, não levar a sério o trabalho de ensino.
As crianças nessa idade são parecidas entre si, porém, se formos analisar com cuidado cada idade, perceberemos que há diferenças bem visíveis na maneira de agir, de pensar e de aprender de cada idade, como iremos ver agora:

Características mentais
Estão aprendendo a raciocinar. Não lhes dê tudo mastigado. Não solucione os problemas deles, mas ajude-os a achar as soluções por si mesmos.
O período de atenção é mais prolongado do que o dos alunos de 4 a 6 anos; varia mais ou menos de 10 a 15 minutos.
Sete anos: estão aprendendo a ler e escrever, pois entraram para o primeiro ano.
Gostam de fatos reais mas também de fantasias, e já conseguem distinguir um do outro. Use ambos, mas com mais freqüência os fatos reais, para evitar o pensamento de que o cristianismo é algo imaginado.
Sua capacidade de expressão é limitada, mas têm boa memória. Ajude-os a se expressar em grupo, mas nunca force ninguém a participar contra a vontade. Se prometer algo, cumpra, pois eles se lembram sempre e vão deduzir que você é mentiroso, se não cumprir.
Oito anos: gostam de ler, de aprender e de responder e de responder rapidamente. Leve-os a participar o máximo da aula.
Gostam de pesquisar, de perguntar sobre o passado e o futuro, sobre outros povos, etc.
Nove anos: gostam de expor suas idéias, de discutir, de perguntar, de ouvir histórias e de dizer coisas engraçadas. Saiba ouvi-los e dê respostas simples e claras. Saiba aceitar certas brincadeiras inofensivas.
Gostam de ser desafiados. Desafie-os a trabalhar para Cristo. Evite pensar que são muito pequenos e não entendem nada sobre consagração.
São pensadores, críticos e têm boa memória. Não se espante com certas perguntas profundas que venham a fazer. Ajude-os a ver a parte boa das coisas e das pessoas. Dê-lhes oportunidade para memorizar versículos da Bíblia e princípios gerais.

Características físicas
Os músculos menores estão se desenvolvendo vagarosamente, e eles se cansam muito quando têm que realizar algo com muitos detalhes; portanto, não exija deles perfeição.
Sete anos: estão aprendendo a escrever. Colabore em seu desenvolvimento físico dando-lhes oportunidade de escrever versículos fáceis, palavras importantes, pintar figuras, etc.
Oito anos: gostam de se mostrar, fazendo coisas perigosas, como: sentar apoiando a cadeira num pé só, andar sobre um muro coberto de cacos de vidro; pegar bichinhos venenosos com garrafas ou brincar com bombinhas ou espingardas. Não mostre aprovação, nem grite para que parem, e nem mostre cuidado excessivo: porém, seja enérgico e faça-os parar quando estiverem fazendo algo muito perigoso. Chegue mais cedo para que a classe não vire uma confusão.
Nove anos: sua coordenação motora já está quase perfeita, mas não é perfeita. Gostam muito de projetos de mesa: construir, armar, recompor uma cena, etc.

Características sociais
Necessitam de companhia; são comunicativos e gostam de ser considerados alguém. Respeitam autoridade e são cooperadores.
Sete anos: gostam de agradar a professora dando-lhe presentes, e com conversas ou piadas. Mostre que você realmente se agrada dos presentes, porém deixe claro que isso não vai lhes trazer benefícios especiais nem vantagem sobre os outros.
Não gostam do sexo oposto; são antagônicos. Evite colocar meninos e meninas juntos em qualquer atividade de grupo.
Ficam acanhados em ambientes novos. Crie na classe um ambiente familiar e afetuoso.
Oito anos: são egoístas e egocêntricos. Incentive-os a ajudar outras pessoas.
Nove anos: desejam amizades sólidas. Apresente-lhes Cristo como Aquele que nunca muda. Gostam de atividades competitivas ou cooperativas. Proporcione-lhes ambos os tipos de atividades.

Características emocionais
Imaturos. São imprevisíveis e se desanimam com a mesma facilidade com que se animam a fazer alguma coisa: fogo de palha.
Não se impressione com suas reações. Não espere demais deles só por já estarem mais desenvolvidos. Incentive-os a continuar o que começaram. Instrua-os dentro de sua própria capacidade de ação.
Rebelam-se contra exigências pessoais, quando se sentem magoados. Ensine a obediência através de sugestões e com amor, e nunca dando ordens. O ambiente os influencia muito e podem estourar com facilidade. Aja com calma, sorria sempre, mas nunca ria deles.
Sete anos: dependem muito do ambiente. O ambiente é que vai determinar o aprendizado. Proporcione um ambiente bem sugestivo que contribua para o aprendizado.
Oito anos: criam seu próprio ambiente e fazem com que outros dependam dele. Cuidado com as panelinhas, pois podem destruir a classe. Seja um guia bem sensível às reações dos alunos e procure perceber se certo grupo está reagindo contra você, contra a classe ou contra o ambiente. Quando descobrir a causa, faça tudo para solucionar o problema.
Nove anos: são capazes de cooperar para manter um ambiente muito agradável. Incentive-os a cooperarem para o bom funcionamento da classe. Vibram quando a classe toda se envolve num projeto ou quando há competição entre sua classe e outra. Tome cuidado para que a competição em si não seja mais importante do que o propósito dela. Ficam arrasados quando o seu grupo perde uma competição.

Características espirituais
Sete anos: são impacientes e querem saber tudo agora.
Gostam da escola dominical e têm fé em Deus. Nessa idade já podem entender que Cristo os comprou com o Seu sangue, e que já não pertencem a si mesmos, mas a Ele.
Oito anos: gostam de um cristianismo exclusivo. Ajude-os a conhecer a Cristo, e a andar com Ele em sua vida diária. Procure entender bem suas reações e mostre-se compreensivo.
Nove anos: estão saindo do seu exclusivismo e o mundo à sua volta os preocupa; querem trabalhar para Cristo.

O QUE E COMO ENSINAR AS CRIANÇAS DE 7 A 9 ANOS
Sete anos: Estimule-os a ler o livro do aluno e versículos simples, na própria Bíblia ou escritos no quadro-negro. Dê a eles versículos para copiarem na classe e em casa, como tarefa. Faça-os participar bastante da classe deixando que segurem cartazes com cânticos, recontem histórias, armem quebra-cabeças de versículos, etc. Evite contar histórias em capítulo por muito tempo, pois podem ficar desinteressados. Ensine-lhes a pedir a Deus a solução de qualquer problema.
Oito anos: Conte-lhes histórias interessantes, use ilustrações atuais, faça-os pesquisar sobre costumes e histórias dos tempos antigos. Dê a eles tarefas difíceis e desafie-os a realizá-las. Ensine-os a pensar nos outros, que Jesus é o melhor amigo que existe e está pronto a ajudá-los em qualquer situação.
Nove anos: Conte histórias bíblicas de uma forma atual, interessante, prática, relacionando as lições bíblicas com os fatos atuais. Como nesta idade eles desejam amizades sólidas, apresente Cristo como Aquele que nunca muda. Dê-lhes bastante trabalho prático: dobrar e distribuir folhetos, fazer evangelismo individual, dar o testemunho pessoal, participar de um conjunto musical, etc.

AS CARACTERÍSTICAS DOS PRÉ-ADOLESCENTES
O pré-adolescente não é mais uma criança, mas também não preenche plenamente as qualificações de um adolescente. Age como criança muitas vezes, porém fica zangado quando o consideram como tal. Ele vive as mais fantásticas aventuras e experiências, e sente necessidade de ser liderado por uma pessoa que o compreenda e o ajude a se conhecer a si mesmo. Por causa da atitude crítica, insinuosa e até marginalizadora, própria dos pré-adolescentes, muitos são chamados por alguns adultos de "moleques", "pestinhas" e "endiabrados". Contudo, vale a pena conhecê-los e ajudá-los nessa fase tão difícil e tão decisiva da vida.

Fisicamente
Estão ganhando força, apesar de haver um estacionamento no desenvolvimento físico. Gostam de lutar e de fazer bagunça. Chegue à classe antes dos alunos e distribua algo atrativo e útil para fazerem até o início da lição.
Há uma diferença muito grande entre o desenvolvimento físico das meninas e o dos meninos. Muitas garotas estão um ano na frente dos garotos. Algumas já entraram na fase menstrual e sentem que não são mais crianças, ao passo que os garotos agem e pensam como crianças. Enquanto os meninos se divertem com atividades brutas, as meninas são mais reservadas e preferem atividades mais calmas. Você deve levar em conta estas grandes diferenças, ao fazer o planejamento de quaisquer atividades.

Mentalmente
São vivos e gostam de fazer perguntas. Têm boa memória, porém não pensam em profundidade. Têm consciência de tempo e distância. Gostam de colecionar "coisas". Lêem muito. Têm grande interesse em conhecer pessoalmente ou ler e ouvir a respeito de heróis.

Socialmente
Sentem uma necessidade grande de pertencer a um grupo que lhes dê segurança. Preferem o seu grupo mais que a família. Lutam pelos direitos do grupo. Gostam de organizar grupos do mesmo sexo. As meninas pensam mais em namoro que os meninos. Ocasião propícia para aconselhamento; evite classes mistas. Adoram heróis e são perfeccionistas. Odeiam fraquezas pessoais. Gostam de ter responsabilidades. Rebelam-se contra a autoridade. Seja um guia, um líder e não um ditador. Sempre peça sugestão à classe, mas não de maneira que demonstre insegurança. Crie um ambiente de liberdade, mas controlado por você.

Emocionalmente
São instáveis emocionalmente. O desequilíbrio é demonstrado em todas as ocasiões: são alegres ou fechados demais; mostram amizade em excesso e, de repente, voltam-se contra o melhor amigo. Ora estão calmos; ora preocupados, e assim por diante. Seja amigo constante, sincero e que inspire confiança e segurança. Não gostam de manifestações de afeto. Evite abraçar ou colocar a mão nos seus ombros. Ame-os não com palavras e gestos, mas de verdade. São dados a valentias, pois gostam de participar de coisas empolgantes. Mostre que muitas vezes é melhor fugir de um perigo inútil do que enfrentá-lo e sofrer conseqüências graves. São sensíveis ao desprezo, à falta de amor e à hipocrisia. Fale de Cristo e leve-os a viver Cristo.

Espiritualmente
Eles possuem padrões elevados para si mesmos. Reconhecem o pecado como algo que desagrada a Deus e a si mesmos. Têm fome de Deus. Sua fé é simples e sua cabeça está cheia de dúvidas sobre a Bíblia. Gostam de encontrar resposta por si mesmos na Bíblia. Estão começando a compreender melhor os simbolismos. Querem a Cristo como Salvador e Senhor.

O QUE E COMO ENSINAR AOS PRÉ-ADOLESCENTES
Tenha um programa ativo, envolvendo-os ao máximo em alguma atividade onde possam usar as suas forças. Dê-lhes oportunidade de pensarem, perguntarem e se expressarem. Encoraje e motive a memorização de versículos, hinos e fatos bíblicos. Ensine-lhes cronologia e geografia bíblica. Use mapas e gráficos em seu ensino. Encoraje-os a ter passatempos úteis. Ensine-os a escolher boa literatura; ajude-os na formação de bons hábitos de leitura; apresente a Bíblia como sendo o melhor livro que existe. Apresente histórias de heróis bíblicos e também de outros como: Carey, Simonton, José Manoel da Conceição, Robert e Sarah Kalley, etc. Será bom, algumas vezes, levar à classe missionários que estão na obra e cujas experiências sirvam para despertá-los para o serviço do Senhor.
Promova reuniões sociais e passeios para a classe, com o intuito de preencher as necessidades sociais deles, dentro de um ambiente cristão. Aproveite para motivar a classe a estudar a lição da escola dominical, através de uma competição não individual, mas entre grupos. Deve tomar muito cuidado para que o espírito de "só os do meu grupo" não leve à marginalização de outros de fora do grupo. Ensine-lhes padrões bíblicos através de princípios bíblicos. Dê-lhes oportunidades de acordo com as suas capacidades e gostos. E como gostam de humorismo, ensine-os a cultivar o humorismo são e evitar o mal.
Explique-lhes o valor do sangue de Cristo (1 Jo 1.9). Proporcione oportunidades de conhecerem melhor a Deus. Desafie-os a orar, fazendo pedidos específicos e, pela resposta de Deus, vão saber da realidade de Deus e Sua atuação hoje na vida diária. Envolva-os em diversos ministérios e responda a todas as perguntas de maneira simples e objetiva. Ofereça-lhes as ferramentas próprias para descobrir soluções para seus problemas; por exemplo, um método de estudo bíblico. Use simbolismo, mas certifique-se de que estão entendendo. Leve-os aos pés do Salvador e ajude-os a entender a importância de colocar a Cristo como líder de suas vidas. Nessa fase o professor deve nutri-los, mais do que lançar desafio após desafio, pois, como disse alguém, "O que o indivíduo aprende na idade de 10 a 12 anos leva consigo até o túmulo".

AS CARACTERÍSTICAS DOS ADOLESCENTES

Queremos apresentar-lhe uns indivíduos suspeitos, desajeitados, problemáticos, rebeldes e inconstantes, que freqüentam a nossa escola dominical: são os adolescentes.
Creio que ninguém apresentaria uma pessoa dessa maneira, mas quantos já pensaram nestes termos, ao depararem com os alunos na faixa de idade entre 13 e 16 anos, que mal respondem ao seu tão cordial "bom dia"?
Por que agem dessa maneira? A causa é terem descoberto a existência de dois mundos: um, que é o seu, interior, e outro, exterior, o mundo dos adultos. Sentem o peso e a pressão vindos tanto de dentro de si quanto do mundo exterior. Na tentativa de se adaptarem a esses dois mundos tão conflitantes entre si é que surge a rebelião, que pode ser expressa de várias maneiras. Você terá mais condições de ajudá-los, conhecendo-os melhor.

Fisicamente
Estão se desenvolvendo rapidamente e tanto podem estar muito bem dispostos quanto não querendo fazer absolutamente nada. O adolescente é desajeitado por causa da súbita transformação física. Seja paciente e procure compreender seus atos abrutalhados. Sua voz está mudando. Principalmente a do rapaz. Não o embarace pedindo que declame ou cante diante da igreja, pois sua voz pode mudar de tom várias vezes e ele teme o vexame.
Freqüentemente, a razão pela qual um adolescente não quer ir à escola dominical são as espinhas que, para seu tormento, começam a surgir e enfear seu rosto.
Peça a Deus discernimento para descobrir as causas dos problemas do adolescente, pois estes algumas vezes parecem tolos aos olhos dos adultos, mas são terríveis para ele.

Mentalmente
Sua capacidade de raciocínio está se desenvolvendo e ele está em busca de novidades. Sua imaginação adquiriu mais vida e recebe sugestões até demais! Quer saber para que serve o que está fazendo. Por exemplo, a memorização de versículos.

Socialmente
Quer ser adulto e independente e pertencer a uma comunidade. Gosta de grupos fechados. Mostre-lhe a alegria que temos em poder pertencer a Cristo, pois Ele nos possibilita uma comunhão genuína com outros cristãos. Faça-o sentir que é querido pela sua classe, que você o considera importante e que sua ausência é sentida por todos. Pouco vai adiantar convencê-lo de que os crentes são melhores do que os seus amigos do mundo, ou explicar-lhe as vantagens de freqüentar a escola dominical. O que realmente o prenderá ao meio evangélico será a certeza de que é realmente querido e que a sua opinião é ouvida e valorizada.
Fica encabulado com facilidade e tem consciência de seus problemas. Mostre-lhe que outras pessoas têm os mesmos problemas, mas que a vitória é pessoal. Incentive-o a ter Cristo como o seu melhor amigo. Ele cultua heróis mais sofisticados. Às vezes sonha que é campeão de Fórmula 1 correndo nas pistas internacionais; em outras fala, anda e age como o galã que viu "naquele filme". Quando se sente frustrado por não poder comprar "aquela mota" ou qualquer outra coisa, tem desejo de ser rico, rico... riquíssimo. É profundamente leal ao seu grupo. Incentive-o a ser leal também à sua escola, igreja, grupo de amigos evangélicos, família, etc. Tem interesse pelo sexo oposto. Providencie reuniões sociais mistas. É sempre bom ter comes e bebes nessas reuniões, pois nessa fase de crescimento o adolescente sente muita necessidade de comer.

Emocionalmente
Seus sentimentos são inconstantes e suas emoções são intensas.

Espiritualmente
Está pronto para a salvação. Quer uma fé que seja prática. Está cheio de dúvidas sobre o cristianismo. Quer fazer algo e está procurando um ideal. Aproveite suas aptidões, após um bom treinamento.

O QUE E COMO ENSINAR AOS ADOLESCENTES

Varie os métodos de instrução para manter o nível de interesse. Faça com que participem ativamente da aula. Ajude seu aluno adolescente a descobrir verdades bíblicas por si próprio, deixando-o procurá-las na classe e em casa. Aproveite a imaginação deles para dar colorido aos textos bíblicos. Estimule-os a contribuir com idéias e sugestões. Recomende-lhes bons livros evangélicos e traga preletores cristãos para falar sobre sexo e drogas, pois a curiosidade é tamanha nessas áreas que muitos vão querer conhecer mais sobre o assunto através de livros ou colegas, caso a igreja não a satisfaça. Quando responder perguntas, explicar ou aconselhar sobre sexo, dê respostas corretas e sinceras, sem dar a impressão de que o sexo é algo sujo ou proibido. Esteja atento para descobrir por que seu aluno está fazendo aquela pergunta. Tenha sempre ilustrações práticas, claras e reais em mente, para que ele não venha a pensar que é a primeira pessoa a lhe fazer pergunta sobre o assunto e que você está embaraçado...
Nunca o mande fazer algo sem explicar-lhe o seu objetivo; inculca em sua mente o poder da Palavra de Deus na vida prática. Cristo venceu a tentação usando versos bíblicos. O Salmo 119.9 seria um bom versículo para memorizarem. Tenha o cuidado de não dar aulas em um nível inferior àquele em que o adolescente se encontra. Delegue responsabilidades, ensine-o a respeitar os pais e outros adultos em geral. Não indague insistentemente quando lhe delegar responsabilidades. Saiba perguntar sobre o andamento do projeto e, se for preciso, dê sugestões práticas, sem contudo fazer imposições. Ele detesta ser mandado por adultos.
Procure conduzir seus pensamentos em direção a Cristo. Tenha o cuidado para não dar a idéia de que o apóstolo Paulo foi melhor do que Cristo ou que Paulo era tão perfeito quanto Cristo. Apresente o evangelho de maneira positiva. Seja um professor equilibrado. Tenha calma quando for aconselhá-lo. Dirija seus pensamentos para Cristo. Explique-lhe a importância de se ter autocontrole.
Leve-o a Cristo. Caso seja crente, ajude-o no seu crescimento, ensinando-lhe as coisas básicas da vida cristã: oração, hora devocional, estudos bíblicos... Aplique as verdades bíblicas à vida de cada aluno. Faça sempre uma aplicação geral e outra específica, usando perguntas: como você pode aplicar isto à sua vida diária? Por que isto é importante? Esta verdade vai fazer alguma diferença em sua vida? Dê-lhes oportunidades de fazerem perguntas. Responda sempre apontando os princípios bíblicos. É importante que o adolescente saiba, com suas próprias palavras, dar a razão de sua fé em Cristo.

AS CARACTERÍSTICAS DOS JOVENS
Apesar de alguns adultos se preocuparem com a insensibilidade dos jovens para com as coisas espirituais, existem muitos deles que estão ansiosos por conhecer a verdade. Não se pode mais ignorar o fato de que os jovens se despertaram para Jesus. Mais do que nunca, eles estão interessados não só em ouvir o que Deus tem a lhes dizer em Sua Palavra, como também em praticar o que ouvem. Será que a escola dominical os está ajudando positivamente? Está encorajando e sustentando esta onda de avivamento? Será que sua vida, professor, poderá motivar seus alunos a crescer? Certamente poderá, se você, em vez de levantar barreiras de preconceitos, incompreensão e indiferença, construir pontes de comunicação, compreensão e respeito. E o primeiro passo para isso é conhecer bem quem está do outro lado da ponte.

Fisicamente
Muitos jovens têm problemas sérios na questão da auto-aceitação. Cada um gostaria de mudar alguma coisa no modo como Deus o criou. Como líder, você deve enfatizar o fato de que a verdadeira beleza é a interior, que surge quando aprendemos a agradecer a Deus pela maneira como Ele nos fez. Deve também mostrar a diferença entre o julgamento de Deus e o dos homens (1 Sm 16.7).
Boa parte deles já são donos de sua vida, e por isso tem a tendência de se descuidar da saúde. Você deve alertá-los para o fato de que o corpo necessita de repouso, higiene e alimentação adequada.

Mentalmente
Sua capacidade de raciocínio já está bem desenvolvida. Querem ter liberdade para discutir assuntos que provoquem polêmica, e os mais preferidos são os de ordem mundial, filosófica e ideológica. Gostam também de conversar sobre pessoas do sexo oposto. Sentem necessidade de conversar sobre assuntos práticos que estejam relacionados com a sua vida e carreira. Pensam muito e fazem perguntas desejando obter respostas bem pensadas. Não aceitam nada sem explicação ou motivo justo ou lógico.

Socialmente
Sentem muita necessidade de ter comunhão fraternal com os irmãos em Cristo. Gostam de ter contato com o sexo oposto. Há perigo de o jovem ser descuidado e precipitado na escolha do cônjuge. A solidão e a necessidade de ser amado muitas vezes levam o jovem a tomar decisões que trazem conseqüências trágicas: casamento misto, gravidez prematura, amor livre, etc. Os jovens devem aprender a esperar em Deus, para experimentar a vontade de Deus em cada área da sua vida, vontade que é boa, agradável e perfeita. Devem se conscientizar do fato de que, se estiverem dentro do plano de Deus, nada sairá errado.

Emocionalmente
Geralmente são controlados emocionalmente. Já aprenderam a substituir as explosões de temperamento por demonstrações de cinismo e chacota. Muitos, porém, têm dificuldade em controlar as emoções.

Espiritualmente

Eles gostariam que a igreja, ao invés de ser uma organização com regrinhas para serem cumpridas, funcionasse como um organismo vivo e atendesse mais diretamente às suas necessidades pessoais. Almejam ver funcionando na prática muitos dos princípios bíblicos pregados do púlpito, tais como: amor, compreensão, respeito, etc. Estão interessados em dar uma resposta mais adequada e menos mística, quando questionados a respeito de sua fé.

O QUE E COMO ENSINAR AOS JOVENS

Geralmente os jovens têm problemas com a mente. O professor poderá ajudá-los nesta área recomendando a memorização de versículos (como por exemplo o Salmo 119.11) e a meditação neles durante o dia, a fim de se apropriarem do ensinamento aprendido. Em oração particular devem colocar diante do Senhor suas dificuldades nesta área e o desejo sincero de uma renovação mental (Rm 12.1,2).
Os jovens têm muitas dúvidas quanto à sua vocação, a escolha da cara metade e a vontade de Deus. O professor deve procurar relacionar Cristo aos problemas da vida usando tópicos como: "O que é serviço cristão?", "O que é consagração verdadeira?", "O casamento do ponto-de-vista de Deus", "Como Deus revela sua vontade", etc. Uma experiência pessoal do professor, contada com sinceridade e amor, vale muito mais do que muitos princípios de teoria.
O professor deve ensiná-los o que é verdadeiro e bíblico, para evitar a formação de conceitos falsos acerca do caráter cristão. É necessário gastar bastante tempo com eles estudando sobre o Corpo de Cristo e seus aspectos práticos: unidade da Igreja, diversidade dos membros através dos dons e a interdependência dos membros. O ideal seria que cada jovem pudesse descobrir seu dom específico, o seu ministério e como atuar nele. Assim evitaria gastar o resto da vida em atividades e lugar não determinados pelo Senhor.

A CLASSE DE ADULTOS

Os adultos também têm necessidades mentais, sociais, emocionais e espirituais. A Igreja, como Corpo de Cristo, tem a tarefa de suprir essas necessidades. A escola dominical, como agência da igreja local, pode e deve colaborar muito nesse sentido. Uma das maneiras é:
Estudo bíblico dinâmico

1. Desperte o interesse
Sem o interesse da pessoa não se conseguirá muita coisa. Como despertar o interesse? Apresente um desafio à pessoa, pois os adultos aceitam desafios e querem ser desafiados com coisas que realmente sejam importantes. A maneira mais prática é dar uma tarefa que eles tenham condições de executar.

2. Interaja
Na escola dominical deve-se dar aos alunos a chance de escolher alguns temas de maior necessidade pessoal. Exemplos: lar cristão, finanças, segunda vinda de Cristo, como estudar a Bíblia (métodos de estudo bíblico), etc.

Estudo bíblico prático
Uma característica marcante dos adultos: sabem mais do que fazem. São inimigos do trivial. Têm as preocupações do dia-a-dia, como, por exemplo, finanças e família. Desejam servir e ser úteis ao Senhor e desejam desenvolver uma filosofia cristã prática, para a vida. Falando em estudo bíblico, é bom ressaltar que o professor deve ensinar com seriedade, dando alimento espiritual sólido, pois os adultos não gostam de coisas superficiais.
Dê oportunidades para as pessoas contarem suas vitórias e derrotas
Entre outras coisas, isso ajuda a satisfazer certas necessidades sociais do adulto: o desejo de companheirismo, desejo de aprovação do grupo e o senso de valor pessoal. Muitos enfrentam problemas quanto às relações humanas e alguns experimentam solidão. Temos necessidade de falar e de ouvir.
Não adianta querer ministrar à pessoa, com matérias, se ela não externar aquelas coisas que estão lhe causando problemas. Mas cuidado para a aula não virar um bate-papo sem finalidade. O uso de certas perguntas ajuda a dirigir a conversa para um fim proveitoso. Por exemplo: "O que Deus fez por você nesta semana? Como Deus o usou para ajudar outras pessoas? Como você colocou em prática os princípios da Palavra de Deus, estudados na semana passada?".
Leve os participantes a se interessarem uns pelos outros

1. Oração mútua
Incentive cada aluno (ou participante) a orar diariamente pelos outros componentes do grupo, de maneira pessoal, citando seus nomes. Nunca devem se esquecer de orar pela obra missionária em geral e pelos missionários em particular.

2. Prestação de serviço e hospitalidade
O professor deve mostrar com exemplos bíblicos que quando alguém precisa de ajuda, o grupo todo tem a responsabilidade de se interessar e fazer alguma coisa por ele.
Estabeleça alvos em conjunto e desafie o grupo a alcançá-los
Quantas novas pessoas vão ser alcançadas nos próximos 6 meses? E no próximo ano? Quantas vão passar adiante o que estão recebendo? Para que os alunos possam edificar outros, eles precisam de uma edificação sólida. E se você é professor, então esta é sua tarefa.


(Uma adaptação de "O Bom Professor Conhece Os Seus Alunos" por Josivaldo de França Pereira)

Josivaldo de França Pereira é pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil em Santo André-SP. Bacharel em Teologia pelo Seminário Presbiteriano Rev. José Manoel da Conceição-SP. Licenciado em Filosofia pela Faculdade Associada do Ipiranga-SP. Mestre em Missiologia pela Faculdade Teológica Sul Americana de Londrina-PR.

ENSINAR É MAIS DO QUE CRIAR


ENSINAR É MAIS DO QUE CRIAR

“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele.”

Pr 22.6

Há uma diferença muito grande entre ensinar e criar um filho. Muitos estão criando os filhos no caminho em que devem andar, mas se descuidaram de ensiná-los no caminho em que devem andar. A criança pode ser ensinada a obedecer e confiar de boa vontade.

De algum modo todos nós ensinamos a nossos filhos ou consciente ou inconscientemente. Quando pedimos a um filho que faça alguma coisa, nós estamos ensinando a esperar até falarmos uma segunda vez, antes de obedecer ou ensinamos a esperar até que elevemos nossa voz para que ele obedeça ou nós lhe estamos ensinando a esperar até que o ameacemos, para obedecer. Podemos ensiná-los a obedecer imediatamente, quando falamos uma vez, num tom normal de conversa. A chave é ensinar. Agora, me diga uma coisa: O que você está ensinando?

Este final de semana presenciei uma cena que me trouxe muita tristeza. Ao sair por uns instantes do santuário percebi que um dos meus alunos não estava na sala junto com os outros participando da festa de confraternização e ao perguntar o motivo, ele abaixou os olhos e com a voz embargada disse: “Minha mãe me mandou tomar conta do meu irmão para que ela e meu pai possam assistir o culto”. No mesmo instante pedi a misericórdia de Deus para aquele menino, pois estes pais se não acordarem, estarão no futuro no gabinete do pastor pedindo ajuda e questionando onde erraram, já que este menino foi criado dentro da igreja. Ele realmente está sempre dentro da igreja, mas no estacionamento, no pátio, mas nunca em sala de aula aprendendo a Palavra de Deus, infelizmente os pais não estão priorizando o crescimento espiritual desta criança. As crianças pequenas (na faixa de 1 ano a 3 anos aproximadamente) tem dificuldades para se adaptarem a Escola Bíblica, mas os pais devem insistir até que estas se acostumem, mas nunca transformar os irmãos mais velhos em babá.

Pais, cuidado! A criança que é simplesmente criada no caminho em que deve andar pode ouvir outra orientação e desviar-se. Agora, se você ensina o teu filho o Senhor diz: “Ainda quando for velho não se desviará dele.”

A Bíblia está recheada de exemplos, mas vamos destacar dois. Um, de uma criança que foi ensinada no caminho em que devia andar e outro, dois irmãos que foram criados, porém não foram ensinados.

Em I Samuel 1.11 Ana pediu a Deus um filho, Ele concedeu a petição e Samuel foi para o templo e de boa vontade servia a Eli, o sacerdote. É evidente que Samuel foi ensinado a obedecer. Em I Samuel 2.12 vemos outro exemplo. A Bíblia conta como os filhos de Eli eram desobedientes e imorais. Eli sabia o que os filhos estavam fazendo, e, sem dúvida, transmitiu a eles o que estava certo. Eli descuidou-se no ensino dos filhos e Deus impediu as gerações de Eli de serem sacerdotes. Ele respeitava os filhos mais do que o Senhor. Eli amava o Senhor, era sincero, desempenhava sua função de sacerdote, porém não ensinava seus filhos a obedecer. Nós podemos ter uma vida ativa dentro da igreja, podemos estar presentes a todos os cultos, mas e nossos filhos? Como estão caminhando? Caminham como Samuel ou como Hofni e Finéias? Como podemos ensinar? Como podemos ensinar nossos filhos a nos obedecer?

A maior responsabilidade dos pais é o filho. Nada é superior em importância. Bem nenhum deveria receber maior amor e atenção. Alguns pais podem passar mais tempo cuidando do carro ou dos negócios, mergulhados em funções ministeriais do que dos filhos. Algumas mães se preocupam mais com a aparência da casa do com a educação espiritual da criança. Negligenciar o filho é transgredir uma das leis fundamentais do reino de Deus. Que lei? “E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus”. Mt 18.3

O que vem em primeiro lugar na sua casa: aparências, opiniões, coisas, ou o seu filho?

Pai existe uma espécie de sabedoria que só é obtida através da experiência, e pela admoestação nós transmitimos esta sabedoria. Os resultados da insensatez e os benefícios da sabedoria devem ser expressos de maneira a influenciar eficazmente a conduta daqueles que se prestarem a ouvir. Esta transmissão de experiência ou educação cristã deve ser sempre cercada de boa orientação. De outra forma a criança irá considerá-la como sermão ou importunação ou até irá criticar internamente o que está sendo dito, pois ela sabe que na prática os pais não vivem o que pregam. Eles sabem que estes pais não seguem seus próprios conselhos. Sabem que as ordens dadas não são cumpridas nem mesmo na vida dos pais. As nossas vidas irão sempre falar mais alto do que as nossas palavras.

Pais levem seus filhos a Cristo o mais cedo possível! A salvação é básica para manter os padrões. Eduquem seus filhos na Palavra de Deus. Eles devem ter padrões bíblicos e não apenas padrões morais.

Pais sejam um exemplo fiel. Vivam as suas convicções vinte e quatro horas por dia, não em palavras, mas com a vida!

Procure desenvolver entre você e seus filhos um elo de amor cristão e harmonia. Você pode afastá-los pela negligência. Confie no Espírito de Deus para que faça por seu filho aquilo que unicamente Ele pode fazer; pois Ele não só fornece os padrões como também o poder.

Senhor, Todo-Poderoso. Tenha misericórdia de cada um de nós. Perdoe nossos pecados, nossas falhas, nossas negligências. Senhor, quantos de nós oramos e o Senhor concedeu a petição que fizemos, por este motivo, nós trazemos a ti como devolvido, nossos filhos, por todos os dias em que viver, pois do Senhor os pedimos. Nossos filhos foram gerados para glória do Teu nome, pois não há santo como é o Senhor; porque não há outro fora de Ti, e rocha nenhuma há como o nosso Deus.

Senhor, que o coração de nossos filhos estejam em tuas mãos, que a mente de nossos seja a tua mente. Que a sabedoria de nossos filhos seja a tua sabedoria. Que nossos filhos anseiem por tua presença dia após dia. Que nossos filhos ministrem perante o Senhor todos os dias de suas vidas em o nome de Jesus Cristo.

Amém

Regina Lopes



E estes balões para enfeitar? É só criar os seus com o motivo da festa...




vejam as sacolas, isso é baratinho vendem o cento desses sacos de papel

Feitos com Prendedores de Roupas






http://peixinhosnosotao.blogspot.com/

VAMOS FAZERRRRRR

Com pouco material e muita oração dá pra ser criativo
na hora da mensagem pras crianças, né?
Com este tipo de material, podemos deixar as crianças à
vontade para manusear e até fazer dinâmicas para que elas contem a história, ou descubram o personagem que falta, etc.

-Caixa de sapato,
-móveis feitos de
caixas de fósforo encapadas.
-coberta e travesseiro de tnt.
-bonecos feitos à mão, com palito de picóle pra manuseá-los.




http://atamagui.multiply.com/journal/item/2

Palco para fantoches, vamos fazer?????

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Da "ficação" a "pegação


Pastor Renato Vargens - Uma Benção!Da "ficação" a "pegação



Uma Análise sincera do comportamento dos jovens e adolescentes no Século XXI
Renato Vargens

Por volta dos anos oitenta, um novo tipo de comportamento tomou conta dos jovens e adolescentes brasileiros. Em nome da liberdade e do amor, moças e rapazes começaram a desenvolver em seus relacionamentos vínculos afetivos descompromissados onde o chique era “ficar” com alguém.

Na verdade, “ficar” com alguma pessoa se caracterizava pela ausência de compromisso, de limites e regras claramente estabelecidos. Para os “ficantes” O tempo da “ficada” variava de uma única noite a até mesmo algumas semanas ou meses.

Hoje, um novo tipo de comportamento tem marcado nossos jovens e adolescentes, a "pegação". Na pegação o que vale é "pegar" várias pessoas na mesma noite, sem que contudo isto implique em "ficar" com uma pessoa somente.

Ultimamente esse procedimento tem sido encarado com a maior naturalidade pelos jovens das grandes cidades. Há pouco ouvi um documentário na Band News, onde alguns adolescentes testemunhavam efusivamente sobre a grande quantidade de beijos na boca dados e recebidos numa badalada festa. Aliás, diga-se de passagem, o número de festas onde centenas de pessoas se reúnem com o propósito único e exclusivo de Beijar, tem se multiplicado assustadoramente em todo território nacional. Para estes é a quantidade de beijos na boca que indica se a balada foi boa ou não.

Acredito firmemente que esta geração esteja sofrendo daquilo que denomino de “síndrome de “beija Flor”, cujo objetivo é voar de "flor em flor" em busca do maravilhoso néctar do beijo.
Diante do quadro que se apresenta, torna-se importante que entendamos que ao beijar várias pessoas, dentre estas, muitas desconhecidas, o adolescente corre o risco de adquirir várias doenças, incluindo as sexualmente transmissíveis. Uma dessas doenças, a mononucleose, recebeu como nome popular "doença do beijo".

A Mononucleose é causada pelo vírus Epstein-Barr (VEB) e, depois de um período de incubação de 30 a 45 dias, a pessoa pode permanecer com vírus para sempre no organismo. Mononocleose pode ser uma doença assintomática, ou apresentar sintomas que incluem: fadiga, dor de garganta, tosse, inchaço dos gânglios, perda de apetite, inflamação do fígado e hipertrofia do baço.
Caro leitor, como já havia escrito em um outro artigo, não sou contra as relações de namoro que um jovem possa desenvolver com uma moça. Antes pelo contrário, acredito que relações afetivas entre um rapaz e sua namorada contribuem significativamente para o desenvolvimento de uma auto-estima saudável. Sou contra sim a banalização das relações, sou contra as “ficações” e "pegações" que contribuem para o adoecimento da alma de nossos pré-adolescentes, sou contra o beijar por beijar!
Salomão em sua grande sabedoria afirmou: “Existe um tempo determinado para todas as coisas na vida”. Sim, isso mesmo, na vida existe momentos pra tudo! Há tempo de plantar e tempo de colher, há tempo para abraçar e deixar de abraçar, em outras palavras isso significa dizer que existe um tempo determinado por Deus para desfrutarmos de carinhos, afagos, abraços e beijos de alguém. Em contra-partida, isso significa dizer também que existem momentos na vida, que somos chamados a um momento de reclusão onde outros valores necessários a uma existência plenificada nos são trabalhados.
Beijar é bom, no entanto, tudo tem o seu tempo, cabe a nós não nos deixarmos moldar pelos valores deste sistema, antes pelo contrário, somos chamados a uma vida onde a liberdade e a responsabilidade tranformam-se em marcas de uma geração comprometida com Deus e consigo mesma.
Soli Deo Gloria, Renato Vargens

Palavra de incentivo

Palavra de incentivo
O primeiro passo para você ser um bom professor da E.B.D. [Escola Bíblica Dominical], é você ter amor pelo que faz.
Deus te escolheu para essa obra tão especial, e não se preocupe Ele vai te capacitar.
No entanto você não deve se mostrar fraco diante das adversidades; [ler Prov. 24.10].
Tenha fé que Deus é contigo. O trabalho de evangelização infantil não é fácil, na obra de Deus, nada é fácil. Muitas vezes o inimigo tenta nos desanimar, e começamos a olhar as inúmeras dificuldades, tanto do ambiente em que trabalhamos, quanto de nossos alunos, e ate de nos mesmos, mas tenha em mente que Deus capacita os chamados, e Ele te chamou. Você é especial, tenha força de vontade e ponha o seu coração no que você faz, e Deus vai te abençoar.
Antes de começar a planejar a sua aula você precisa de algo essencial:

Organização

Se você quer uma aula e uma sala organizadas, você deve se organizar primeiro.

Organize seu material

Tenha sempre em mãos o que você vai precisar na sala de aula.
As figuras bem recortadas e enumeradas na seqüência certa. Se possível faça um suporte diferente para as figuras.
Tenha sempre em mãos um caderno com os corinhos que você conhece para facilitar, e leve sempre em mente os corinhos que você vai cantar com eles.
Quando puder faça um cartaz com o versículo da lição. Esse cartaz depois pode ser fixado na parede ou pode ser dado ao aluno que disser o mesmo de cor.
As fichas do secretario da E.B.D. devem já estar prontas, traga já feitas de casa com o nome da classe, e os outros dados.
O material para a atividade especial também deve estar pronto.
Tenha sempre em seu material lembrancinhas para os visitantes, ou para aqueles que se destacaram em algo.
E, é claro falando de organização, não se esqueça de chegar cedo, afinal você é o exemplo. Eduque-se para chegar no horário.
Para que seus alunos sejam organizados, você deve sempre estar lembrando eles de suas responsabilidades sendo:
Chegar cedo
Trazer oferta
Trazer a Bíblia
Fazer silêncio na sala e na igreja
Não sair antes da benção apostólica
Não sair da sala sem pedir
Sair um de cada vez na sala

Planejamento de aula

  1. Ore a Deus.
  2. Leia a lição e a Bíblia. Não leia apenas a referencia indicada na lição, leia também o contexto para você saber mais sobre a história.
  3. Medite. [Encontre o alvo]
  4. Prepare os visuais ou os objetos da história dos corinhos ou do versículo.
  5. Prepare a atividade especial.
  6. Confira as fichas do secretário da E.B.D.
  7. Confira as lembrancinhas para os visitantes
  8. Ore novamente.
I. Faça a oração inicial. [5 min.]
Se possível peça para uma das crianças fazer esta oração, e não se esqueça de incentivá-la depois.
II. Louvor. [15 a 20 min.]
De vez em quando os lembre da importância do louvor. Dê oportunidade para que alguém cante um hino sozinho.
Obs. Você pode fazer a chamada antes ou depois desse período.
III. Versículo. [5 a 10 min]
Você pode optar se você quer ou não que seus alunos decorem o versículo. Se for um versículo muito extenso ou sem sentido, não há necessidade de se decorar. Para a criança aprender o versículo ela precisa entendê-lo. Explique as palavras complicadas, e o que o versículo quer dizer.
Para incentivar mais a memorização dê um brindezinho.
IV. História. [10 ou 20min.] dependendo da idade.
Algumas dicas para você contar uma boa história:
Escolha o alvo, [o que você quer que a criança aprenda].
Leve algum objeto que faz parte da história, para ilustrar, se esta falar de algum alimento, melhor ainda, leve o alimento, e ao final distribua entre eles, você vai ver que eles vão adorar!
Uma boa opção é você se disfarçar do personagem da história, e contá-la do ponto de vista deste.
Para melhor resultado da aplicação do alvo da história, é bom você ir passando a os poucos, no decorrer dela, principalmente no clímax, pois no final você pode não ter a atenção desejada. Uma sugestão, é você fazer uma oração ao final da história para reforçar o alvo.
Não tolere conversas paralelas durante a história.
Se possível não deixe ninguém sair da sala enquanto você estiver ensinando.
Não pare a história para dar ser da lição. Em raras exceções você pode contar outra história.
V. Atividade especial. [20 a 30 min.]
É recomendável sempre preparar alguma atividade extra para seus alunos, pode ser a execução da lição, mas não deve ser sempre apenas esta a atividade, varie um pouco, crie uma brincadeira ou alguma atividade que seja diferente. Para que a aula não se torne uma rotina.
Aqui vão algumas sugestões:
Colagem de lã, bolinhas de papel, grãos de comida, palitos, areia e etc.
Massinha de modelar. [você pode aproveitar para pedir para fazerem algo relacionado à lição]
Dobradura.
Jogos.[trilha, jogo da memória e outros]
Brincadeiras. [dança da cadeira, terra ou mar, estatua, e outras]
Pescaria.[ Com perguntas da lição.]
Desenhos.[ desenhe você, desenhe a sua família, desenhe o que você quer ser, desenhe uma parte da história...]
Faça uma mini gincana bíblica com perguntas e brincadeiras valendo pontos.
Para avaliação da lição, você pode pedir que eles façam uma dramatização, ou pedir para que alguém venha à frente recontar a história.
IV Encerramento. [5 min.]
Arrume a sala [com a ajuda deles], faça a fila, dê as ultimas recomendações.
Que Deus vos abençoe!

Tia Priscila

Dinâmicas sobre Oração

Dinâmicas sobre Oração

Objetivos:
  • Facilitar a oração para aqueles que são mais tímidos
  • ou com dificuldades de orar em frente ao grupo grande.
  • Integração do grupo.
  • Interceder uns pelos outros
Duração: 15min.
Material: nenhum.
Convidar o grupo a se abraçar e abraçar a Deus junto,
em etapas:
  1. as pessoas devem se abraçar duas a duas ou em 3 e dizer
  2. umas as outras que foi bom terem estado juntas,
  3. se conhecido, etc...
  4. formar novos grupos, com pessoas diferentes, com
  5. 5 pessoas cada, abraçadas devem orar agradecendo a Deus.
  6. formar novos grupos com 7, 8 ou mais pessoas cada,
  7. abraçadas devem orar, agradecendo ou pedindo
  8. formar um grande abraço, com todas as pessoas
  9. (formar um círculo em que um abrace o outro pela
  10. cintura ou ombro) orar juntos o Pai Nosso e desejar
  11. bênçãos de Deus para todos, com um louvor ou palavras.
2 - ORAÇÃO SEM BARREIRAS (adaptado de material
publicado na revista GRUOP Magazine)
Leitura Bíblica: Romanos 8:26-27
Você vai precisar de Bíblias para as crianças.

Leiam em voz alta o texto de Romanos 8:26-27
Então peça às crianças que contem momentos em
que tiveram dificuldades em saber como (ou o que) orar.
Divida o grupo em duplas.
Diga a elas que esta passagem nos ajuda a entender
que nós sempre podemos orar, mesmo que não
saibamos o que dizer.
Peça então que cada um diga a sua dupla alguma coisa
que o está preocupando.
Quem ouviu, então, coloca esta preocupação numa oração
(pode ser apenas uma frase - ex.: se o primeiro disse que tem
uma prova difícil na escola, o segundo pode orar algo como
"Querido Deus, ajude o João a entender o que ele está estudando,
e lhe dê calma no momento da prova. Amém").
Depois invertem-se os papéis.
Quando as duplas terminaram de orar, pergunte como se
sentiram, se acharam fácil orar assim, o que eles podem
fazer quando estão inseguros sobre que palavras usar e
como orar, etc..
Encerre com oração - cada um do grupo deve orar por
alguma
outra pessoa - pode ser do próprio grupo ou outros
conhecidos, família, etc..
Você também pode pedir que cada um escreva seu
nome e uma preocupação num papel. Depois as crianças
sorteiam entre si os papéis e durante a semana devem
orar pela pessoa e preocupação cujo nome está no papel.
3 - COMO ORAR por D. Moura
Para: Crianças maiores (8 a 12)
Material: Folhas e lápis para cada participante; Bíblias.
Divida a turma em grupos.
Faça folhas e tire cópias do texto em preto abaixo.
As respostas, em vermelho, são apenas para te ajudar.
Dê um tempo para cada grupo ler, responder e conversar
sobre cada parte. Depois junte todos, ouça as respostas
e faça comentários.
Como devemos orar?
Mateus 6:5-13
  1. Não com orações repetidas, mas com orações do
  2. coração
    O que compõe a oração que Jesus ensinou?
  3. O que quer dizer cada parte?
  4. Pai nosso que estás no céu, santificado seja o teu nome;
    Adoramos a Deus
  5. Venha o teu reino, faça-se a tua vontade,
  6. assim na terra como no céu;
    Submetemo-nos à Sua vontade
  7. O pão nosso de cada dia nos dá hoje
    Pedimos por nossas necessidades básicas,
  8. por coisas materiais que garantam a nossa viva.
  9. E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós
  10. temos perdoado aos nossos devedores.
    Perdão, salvação
  11. E não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal
    Pedimos que nos guie, ajude, oriente; por libertação e proteção
  12. Pois teu é o reino, o poder, e a glória para sempre.
    Constatação de que Ele é o Senhor e adoração.
Como conseguir o que pedimos em oração?
Mateus 7: 7-11
  1. Mateus 13:58 - Com
  2. Lucas 11:5-13 e Lucas 18: 1-7 - Pedir (ou pedindo) em oração
  3. Tiago 4:3 - Pedindo com Motivos puros - sem más intenções
  4. Tiago 5: 16-18 - Seja uma pessoa justa, correta
  5. I João 5:14 - Procure conhecer a vontade de Deus

Prepare-se para a aula

Prepare-se para a aula
LB, RJ, 2003.

Comece com antecedência - leia a passagem bíblica que você irá ensinar uns 15 a 10 dias antes da aula várias vezes e até em traduções diferentes da Bíblia. Prepare o roteiro 7 a 5 dias antes. Assim você tem tempo de comprar e preparar o material necessário e ensaiar e repassar a história.

Comunique-se - se você trabalha com um assistente ou professor auxiliar, passe o que você programou para ele, numa reunião e por escrito. Ou ainda melhor, programe junto com seu auxiliar o trabalho - diz o ditado que "Duas cabeças pensam melhor que uma!"

Prepare um roteiro básico - em geral ele deve indicar:
- Objetivo: Qual a mensagem / verdade bíblica que quero transmitir?
- Texto: Qual passagem Bíblica usar?
- Como: Qual material didático ou método vou usar? Quais serão as atividades de fixação?
- Tempo: Qual o tempo disponível? O que programei cabe neste tempo?
Em seguida faça o Plano de Aula completo, que deve conter, por escrito cada passo da aula: quem faz o que, o tempo previsto para cada atividade, o material necessário, o resumo da história que você ira contar...
Atenha-se ao objetivo em todas as etapas. As músicas, o versículo para memorizar, as atividades com as crianças, tudo deve transmitir a mesma mensagem.

Ensaie - depois de ter feito o roteiro da sua aula, ensaie. Ensaie o texto, como o irá dizer e a sequencia dos acontecimentos. Pegue o material que irá usar e ensaie com ele (por exemplo, coloque as figuras do flanelógrafo em ordem de uso; ensaie entradas e saídas dos fantoches, a altura do braço, expressões; etc..).
Tente em frente ao espelho, assim você tem uma idéia melhor do que seus alunos verão.

Teste as atividades - A tinta e papel escolhidos para as crianças pintarem são atóxicas? O papel resiste à tinta ou desmancha? Quanto tempo o papier machê leva para secar? Quanta sujeira a argila faz na mesa, preciso forrá-la com plástico ou jornal basta? Seja lá o que for que você decida apresentar para as crianças fazerem, teste antes em casa.

Ore sempre! - antes e depois da leitura, do preparo do roteiro, dos ensaios, das conversas e da aula!

Sorria, confie em Deus e divirta-se com suas crianças!

sorvete diferente

Que tal presentear seus alunos com esse sorvete diferente?

Materiais:

  • Cartolina
  • Papel crepon
Para fazer a lembrancinha confira o passo a passo através das imagens:

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que tal pra dar no primeiro dia .
só que eu vou por doce e não pipoca.

Roteiro para a Escola Bíblica de Férias

Roteiro para a Escola Bíblica de Férias
1 Introdução
A Escola Bíblica de Férias (EBF) são classes bíblicas consecutivas nas férias escolares. Podem ser aplicadas durante as férias escolares no mês de julho ou no final do ano. Como no final do ano as férias escolares são prolongadas e muitas famílias viajam para as festas de Natal e Ano Novo, ou saem para veraneio, a EBF se torna quase inviável. Deste modo o melhor período é o do meio do ano quando as pessoas não programam viagens, principalmente por causa do inverno.

2 Objetivos:
Evangelização infantil
Crescimento espiritual
Serviço cristão
3 Vantagens:
É mais que quatro meses de EBD
É ensino intensificado
São novos alunos para a Escola Bíblica Dominical
É oportunidade de serviço para os membros da igreja
4 Duração:
De quatro dias a uma semana
Duas horas e meia por dia
5 Local:
No templo da igreja
A igreja ajuda financeiramente
A igreja ajuda com o pessoal
A igreja ajuda com a divulgação
É um meio de ligar a criança à igreja
6 Divulgação:
Despertar o interesse de toda a igreja
Reuniões de oração
Anúncios nos boletins
Cartazes
Convites de casa em casa
Convites em colégios
Convites para os pais participarem da programação de encerramento
7 Materiais:
Chapeuzinhos com as iniciais da EBF
Prêmios
Histórias infantis
Cânticos infantis
8 Equipes:
Professores da EBD
Seminaristas
Estudantes
Integrantes da MCA
9 Programação diária:
Entrada das crianças
Hino oficial
Divisa
Tema
Leitura da Bíblia (1 ou 2 versículos)
Oração (breve e simples)
Período missionário
10 Memorização de versículos:
Explicação do versículo
Aplicação do versículo na vida dos alunos
Distribuição de lembretes com versículos escritos
11 Divisão em classes:
Brincadeiras
Louvor
História bíblica (apelo)
Trabalhos manuais
Lanche
Retorno à igreja
12 Encerramento diário:
Cânticos
Tema
Divisa
Avisos
Concurso de presença e visitas
Hino oficial
Saída em fila, por classes
13 Programação de encerramento:
Cânticos
Palavra do coordenador
Tema
Divisa
Apresentação de todas as classes
Cânticos
Entrega dos diplomas
Entrega dos prêmios
História bíblica com aplicação
Encerramento/Poslúdio

Dicas



Primeiros Socorros

É sempre melhor prevenir do que remediar, por isso, aqui vão algumas dicas para você e seus pais aprenderem, pois se acontecer alguma coisa, todos saberão o que fazer.

- Queimaduras
Conceito
Queimaduras são ferimentos produzidos nos tecidos pela ação de agentes: físicos (frio e calor - ex.: eletricidade, raios solares, fogo, vapor [fumaça, isso mesmo, a fumaça também queima], etc.) e químicos (produtos corrosivos - ex.: ácidos ou bases fortes).

1. Quanto à profundidade (três tipos):
a) Primeiro grau - quando a lesão é superficial, provocando apenas a vermelhidão da pele sem formar bolhas. Geralmente, ocorre muita dor pela irritação das terminações nervosas da pele;
b) Segundo grau - quando a lesão é mais profunda, provocando a formação de bolhas;
c) Terceiro grau - quando a pele é destruída e são atingidos músculos e/ou orgãos internos do corpo.

2. Quanto à extensão: as queimaduras são classificadas quanto à área do corpo atingida. Quando a área afetada é maior do que a da palma da mão, a vítima deve receber assistência qualificada, depois que lhe forem prestados os primeiros socorros. Conduta: retirar a pessoa do contato com a causa da queimadura. Cuidados: agentes químicos - lavar a área queimada com bastante água, retirando a roupa, se ainda contiver alguma substância. Fogo - apagar de forma adequada (extintor apropriado, areia, água ou panos molhados). Procedimentos com a vítima:
a) verificar se a respiração, o batimento cardíaco e o nível de consciência estão normais;
b) mergulhar a área afetada (área do corpo atingida pelo fogo) em água limpa ou em água corrente até aliviar a dor e prevenir a infecção;
c) não romper as bolhas ou retirar roupas queimadas que estiverem aderidas à pele. Se as bolhas estiverem rompidas, não colocar em contato com a água;
d) Não aplicar pomadas, líquidos, cremes e outras substâncias sobre a queimadura. Estas podem complicar o tratamento e necessitam de indicação médica;
e) se a pessoa estiver consciente e sentir sede, deve beber água à vontade, lentamente e com cuidado;
f) encaminhar a vítima, rapidamente, à assistência de saúde para avaliação e tratamento.

- Afogamento

Após a retirada da àgua, o afogado, geralmente, está inconsciente, frio, arroxeado e com as pupilas dilatadas. Às vezes, já não respira mais, e o pulso está imperceptível. Não conclua, por isso, que a vítima já está morta: a reanimação, quase sempre, é possível. Aja, rapidamente, com calma e decisão.
1- Mande alguém buscar socorro médico;
2- Veja se o tórax do afogado se eleva com o ritmo normal da respiração. Se isso não ocorrer, comece a massagem respiratória. Caso contrário, siga as instruções;
3- Esvazie o estômago da vítima. Se for um adulto, deite-o de lado, com a coluna reta, sobre uma superfície lisa e firme, e comprima o estômago. Se for uma criança, vire-a de cabeça para baixo e faça a massagem;
4- Assim que o afogado começar a vomitar, dê-lhe pequenas palmadas nas costas para ele não aspirar o vômito;
5- Comece o trabalho de reanimação. Atenção - O tratamento médico posterior à reanimação é indispensável; sem ele, a vítima pode, mesmo dias depois, vir a sofrer distúrbios cardíacos, circulatórios, pulmonares e cerebrais, correndo o risco de óbito (falecimento).

- Afogamentos por corpos estranhos nas vias respiratórias

1- Curve a vítima sobre o espaldar de uma cadeira. Coloque a mão debaixo de seu corpo, firmando a barriga e dê-lhe algumas palmadas, entre as omoplatas (os ossos abaixo do ombro), com a outra mão. Se o objeto não sair, e a vítima estiver respirando, não faça nada. Leve-a ao pronto-socorro, imediatamente;
2- Se a obstrução for total, e a vítima perdeu a capacidade de respirar, coloque os dedos indicador e médio na garganta e tente retirar o objeto;
3- Atenção - nunca coloque os dedos na garganta, se a obstrução não for total. Esse é um recurso extremo. Corre-se o risco de empurrar ainda mais o objeto para a traquéia;
4- Nunca faça respiração boca-a-boca;
5- Nunca dê água. Primeiros Socorros contra parada cárdio-respiratória - vários são os acidentes que provocam uma parada da respiração: asfixia , afogamento , intoxicação por medicamentos ou monóxido de carbono, sufocamento, choque elétrico. Se as funções respiratórias não forem restabelecidas dentro de 3 a 5 minutos, as atividades cerebrais cessarão, totalmente, ocasionando a morte. Assim sendo, a manutenção da oxigenação dos tecidos, à custa da respiração artificial, tem possibilitado a recuperação de muitas pessoas. Alguns sinais de que houve parada respiratória são a ausência de respiração (expansão do tórax) e a dilatação das pupilas.

- COMO EVITAR O AFOGAMENTO

Dez dicas que poderão ser de maior utilidade a fim de se evitar o afogamento:

1) Nade nas áreas supervisionadas pelos guarda-vidas (salva-vidas), atente para as sinalizações das placas colocadas pelos guarda- -Vidas;
2) Consulte o guarda-vidas sobre as condições do mar para banho e para o surfe;
3) Evite nadar sózinho. Ao cair numa correnteza (vala), nade na diagonal, através dela ou vá para o fundo e peça socorro;
4) Ao sentir dificuldades, não hesite em pedir socorro;
5) Não mergulhe em locais desconhecidos ou em ondas quebrando no raso;
6) Não utilize objetos que bóiam, pois a perda dos mesmos poderá resultar em afogamento;
7) Nadar sempre paralelo à praia (no caso, bons nadadores);
8) Evite ingerir bebidas alcoólicas ou alimentos de difícil digestão antes e durante o banho de mar;
9) Evite fazer caça submarina ou mergulhos em apnéia sózinho. Não nade em locais de trânsito de embarcações;
10) Não pesque ou permaneça em costões, pois a queda pode ser fatal.

- Fraturas

MECANISMOS DE IMOBILIZAÇÃO
Em quase todas as lesões de articulações e ossos, é aconselhável, como conduta, a imobilização da estrutura para a diminuição da dor da vítima, estabilização da ferida e para não aumentar o problema. Essa imobilização deve ser feita, principalmente, com estruturas rígidas, como: tábuas, canos, galhos, palitos, papelão ou mesmo com a parte íntegra do corpo da vítima, como usar uma perna para imobilizar a outra. Como princípio geral, a imobilização deve abranger não somente o sítio da lesão, mas todos os lugares que se relacionem a ele na elaboração de algum movimento. Agora, saberemos de algumas técnicas de imobilização de fácil elaboração com materiais comuns.

Imobilização do pulso, antebraço e ombro
As figuras a seguir dizem respeito à imobilização do braço e da mão, que deve ser realizada inicialmente com a estabilização do membro pela própria vítima, aproximando o braço ao corpo, enquanto se improvisa algum instrumento de sustentação:
- Um jornal dobrado, um pedaço de papelão ou uma tala de madeira podem ser utilizadas;
- O suporte deve ser colocado debaixo do antebraço e fixado com tiras de pano ou material similar, sempre tomando cuidado para não apertar muito a estrutura. Essas tiras de pano podem ser conseguidas, rasgando peças de roupa;
- Em seguida, coloque um pedaço de pano dobrado, de forma triangular, debaixo do braço machucado para simular uma tipóia;
- Levante o braço até a altura da mama e amarre a tipóia ao lado do pescoço para não machucar a vítima. Caso tenha um alfinete, use-o para fechar a tipóia perto do cotovelo ou apenas dê um nó nesse local;
- Existindo também uma lesão no ombro, pode-se conseguir uma boa imobilização do mesmo, passando-se uma tira larga de pano em torno da tipóia, prendendo o braço junto ao tórax e, assim, limitando os movimentos do ombro;
- Agora, a vítima pode ser transportada com segurança até o serviço médico, no qual terá os cuidados definitivos.

Mantendo a Disciplina na Classe

Mantendo a Disciplina na Classe

O que significa Disciplina? É um treinamento que ajuda as crianças a obedecerem regras, desenvolvendo assim o seu autocontrole. Ela as prepara para serem aprendizes ou discípulos. O termo hebraico para disciplina ou treinamento usado com freqüência em Provérbios significa “estreitar ou cercar”. Disciplina é ensinar às crianças os limites do comportamento adequado e a prática dos mandamentos de Deus em sua vida. Mediante a disciplina, ajudamos meninos e meninas a aprenderem a sentar-se em silêncio e ouvirem atentamente; a sentirem e mostrarem respeito pelos pais e professores, e por Deus e a sua Palavra; a ficarem em fila a caminho do recreio e a esperarem a sua vez de tomar o lanche; a participarem harmoniosamente com outros nas músicas, artes e jogos. A disciplina ajuda as crianças a respeitarem outros e a apreciarem a ordem. Ela forma a mentalidade e o caráter, de modo que possam vir a tornarem-se membros cooperativos e construtivos da sociedade; assim como seguidores dedicados e perseverantes de Cristo.


Deus, nosso Disciplinador Amoroso.

Nosso exemplo de disciplina é o próprio Deus. Apesar de nos ver como somos, com todo o nosso pecado, Deus escolheu amar-nos. Ele não esperou até que atingíssemos aos seus padrões, mas tomou a iniciativa, tomando providencias para a nossa salvação (Romanos 5.8). Ele continua a amar-nos, com firmeza e imparcialidade, sem levar em conta a nossa condição. Ainda antes de sermos salvos, Ele nos atrai para si, mesmo. Uma vez que recebemos Jesus como Salvador, Deus começa a tratar conosco como um Pai amoroso, treinando – discipulando – para nos ajudar crescer, sempre com o nosso bem-estar em mente (Hebreus 12.7-11).


Suprindo as Necessidades com o Amor de Deus – A Base da Disciplina.

Quando respondemos à disciplina de Deus, permitindo que supra as nossas necessidades, nos libertamos para satisfazer as necessidades de outros. Podemos prover melhor disciplina para outros quando estamos seguros no amor de Deus e buscando o controle de seu Espírito. Podemos então disciplinar a nós mesmos, a fim de preparar bem nossa lições e prover um ambiente ordeiro e estimulante para os outros. Um ambiente em que suas necessidades básicas, tais como aceitação, aprovação, segurança e sentimento de realização sejam satisfeitas. Peça a Deus para ajudar você a apreciar cada criança como ela é, não importa quão difícil ou indigna de amor. Mostre a cada uma a sua aceitação e aprovação de maneira observável. Trate cada criança com dignidade e bondade, como se dizendo: “Você é especial; gosto de Você”. Mostre a sua apreciação com um sorriso, algumas palavras amáveis, um carinho no ombro. Seja sempre cordial e positivo. Seja agradável, mas não permissivo. Você supre a necessidade de segurança e estabilidade do aluno provendo estatura, espere então obediência. Ajude as crianças a compreenderem que ao estabelecer e reforçar as regras, você está mostrando respeito por elas como pessoas. Ao obedecer as regras, as crianças estão mostrando respeito por si mesmas, umas pelas outras, por você e por Deus. Ore também pedindo sabedoria para satisfazer as necessidades de auto-estima dos alunos. Que atividades podem dar a eles oportunidades de participarem com sucesso? Inclua perguntas, jogos, artes, etc., que os faça sentir, “Eu posso fazer isso!” A seguir, reforce o sucesso aplaudindo livre, mas sinceramente, um trabalho bem feito – ou até uma tarefa que tenha sido tentada com entusiasmo.


Como lidar com os Problemas de Disciplina.

Nunca permita que uma criança domine a classe. Se ela recusar-se absolutamente a colaborar, lide individualmente com a mesma. Permaneça calmo. Fale bondosamente. Mas, seja firme. Peça à criança que lhe diga o que fez e não porque fez. (Ela geralmente não saberá dizer-lhe o porquê). Se recusar responder, diga o que você viu. Deixe então que explique, se puder, porque tal comportamento não é a aceitável. Mostre a ela o comportamento que espera agora e no futuro. A criança precisa às vezes sofrer as conseqüências de um ato. Por exemplo, se Célia derruba deliberadamente cola na mesa, pode ser bom para ela limpar a mesa. Em casos extremos você pode ter de tirar uma criança da classe. Peça sabedoria a Deus para equilibrar as necessidades da criança problemática com os melhores interesses das outras crianças em sua sala.


Princípios Práticos para Disciplinar a sua Classe como Deus quer

Descubra os seus alunos. As palavras em Provérbios 22.6 “No caminho em que deve andar”, significam literalmente, “Segundo o seu caminho” ou a sua “inclinação” – suas opiniões e talentos dados por Deus. Embora você deva conhecer as características básicas da faixa etária que ensina.

Interceda por elas (1 Jo 5.14-15). Ore a favor de cada criança pelo nome.

Peça ao Espírito Santo que opere na vida das crianças, atraindo-as para si mesmo, primeiro para a salvação e depois para a maturidade em Cristo.

Estabeleça padrões positivos (Filipenses 3.12-14). Faça regras simples e em pequeno número, sempre baseadas em princípios bíblicos.

Dê instruções cuidadosas. Deixe que os alunos saibam que a desobediência terá conseqüências. Seja cuidadoso com o castigo pelas infrações. Lembre-se, um professor deve sempre cumprir a sua palavra. Quando você cometer um erro, esteja disposto a admiti-lo.

Controle o ambiente de aprendizado (1 Coríntios 14.40) . Verifique se a sala de aula é atraente: decoração alegre, temperamento confortável, mobília arranjada de acordo com as atividades. Considere os arranjos das cadeiras em relação a prováveis problemas de disciplina. Fique atento as possibilidade de mudança de condições e faça os ajustes necessários.

Examine a sua própria vida quanto à disciplina (Salmo 139.1,23-24). Você está crescendo como cristão? Está aperfeiçoando as suas habilidades de ensino para que possa manter disciplina com confiança? Você é um bom modelo?

Planeje o seu tempo e lições cuidadosamente (2 Timóteo 2.15). Considere a seguinte equação: “Oração + preparo adequado + apresentação apropriada = o aluno – um problema de disciplina”. Fortalece o seu ensino com oração e estudo. Chegue cedo e verifique se todo o equipamento, recursos visuais e materiais a serem distribuídos estão prontos. Não permita que as aulas, sejam monótonas; planeje diversão e inclua surpresas ocasionais.

Ame as crianças e ouça o que elas dizem (João 13.1b). Olhe por baixo da superfície e aceite cada criança como é. Estabeleça o tom cumprimentando cada criança cordialmente. Ouça o que elas dizem e como dizem; à medida que aprender como a criança se sente, poderá descobrir a razão para seus atos. Nunca envergonhe uma criança. Sempre que possível, responda positivamente aos comentários das crianças, usando até os irrelevantes de maneira criativa para voltar à lição. Ofereça palavras de encorajamento a cada criança.

Envolva cada aluno (Tiago 1.22). Planeje atividades que exijam participação. Seja sensível às personalidades e capacidades individuais. Nunca exponha a criança ao ridículo. Peça sabedoria a Deus para lidar com algumas que constantemente querem se exibir e com outros que se recusam a colaborar.

Nunca perca o autocontrole. Você não vai controle sobre a classe se perder a calma (Provérbios 14.17-29/ 15.1-18/ 16.32). Não permita que as surpresas o empolguem demais. Seja calmo, porém entusiasta – controlado pelo Espírito. O entusiasmo é contagioso e da vida a uma aula.

Evangelize e eduque (Mateus 18.14/28.20; Provérbios 22.6). Leve as crianças ao Senhor. Depois ensine a elas a Palavra para que seu caráter se aperfeiçoe.

Ensinando Crianças de Lares Problemáticos


Nenhum lar está isento de problemas. Porém, um número cada vez maior de famílias, em nossos dias são disfuncionais. As famílias entram às vezes em crise quando um dos pais falta, seja por causa de morte, suicídio, ou divórcio. Padrões destrutivos também são encontrados até mesmo nos lares em que os dois, pai e mãe, estão presentes. Alguns pais tão traumatizados por eventos penosos que viveram no passado que não conseguem satisfazer as necessidades dos filhos. É enorme o número de crianças obrigadas a viver em ambientes negativos devido irá crônica, negligência, ou outras formas de abuso.

Procure Entender a Percepção das Crianças de Lares com Problemas

As crianças de lares com problemas são muitas vezes perseguidas por sentimentos de medo ou desespero. Muitas sentem solidão e isolamento, pensando que seus problemas são únicos. Elas ficam confusas porque amam os pais, porém sentem-se geralmente impelidas pelo desejo de obter a aceitação dos pais – mesmo que essa seja impossível. Quando fracassam em suas tentativas de agradar, sua falsa culpa (sentir-se mal sobre o que pensam ter feito) se transforma em vergonha (sentir-se mal sobre quem pensam que são) e acabam convencidas de que não têm valor.

Fique Atento aos Sintomas das Crianças Magoadas

As crianças de lares com problemas aprendem três regras: NÃO CONFIE /NÃO SINTA /NÃO FALE. Muitas delas transferem essas regras para o relacionamento fora de casa. Embora muitos desses meninos e meninas vivam continuamente em um estado de negação, construindo mundos de fantasia para bloquear os seus problemas, outros podem torna-se calados, não se comunicando com naturalidade. Num grupo, essas crianças muitas vezes parecem desatentas ou retraídas. Elas talvez tenham dificuldade em prestar atenção ou não queiram participar das atividades. Algumas crianças magoadas podem demonstrar irá ou agressividade. Outras podem se agarrar ás pessoas ou bancar o palhaço, mostrando sua necessidade de aceitação e afeto ao solicitar atenção permanente – de maneira positiva ou negativa.

Um desafio enfrentando pelos que trabalham com crianças é discernir a razão do comportamento delas. Precisamos de ajuda do Espírito Santo para descobrir quais as crianças cujos problemas exigem tratamento especial. Devemos lembrar que as necessidades de todas as crianças (de todo mundo, por sinal) são basicamente as mesmas. Todos precisam de respeito e atenção, incentivo e amor. O professor desempenha às vezes um papel vital como o único adulto capaz de ajudar crianças carentes, a ver o seu valor aos olhos de Deus.

Permita que Deus use Você para Satisfazer as Necessidades das Crianças Perturbadas.

1. Planeje sua aula de modo que Cristo seja o tema Central. Ao trabalhar com crianças necessitadas, compreenda que a melhor maneira de resolver os problemas delas é fazê-las conhecer a Deus, recebendo Jesus Cristo como Salvador e Senhor. Evangelize e discipule: apresente às crianças Aquele que irá acompanhá-las vida a fora para satisfazer cada necessidade.

2. Faça cada criança sentir-se bem-vinda e aceita. Neutralize os sentimentos de rejeição que as crianças possam ter, cumprimentando cada uma com um sorriso amigo, uma palavra amável, e a mão no ombro. Demonstre-lhes que você está contente com a presença delas. Trate cada uma com respeito. O amor de Deus por nós não se baseia em nossa aparência ou no que fazemos.

3. Torne sua classe um lugar seguro e estável. Para as crianças cuja situação familiar é caótica, um ambiente agradável e ordeiro, com certa rotina, pode ser um oásis. Peça ajuda de Deus para capacitá-lo a ser bem–humorado e mostrar amor.

4. Discipline adequadamente. Os lares com problemas são freqüentemente caracterizados por padrões de disciplina rígidos, inconsistentes ou permissivos. Estabeleça, explique e reforce regras simples para classe, com palavras bondosas, firmes e consistentes. Quando for necessária correção, critique o comportamento e não a criança. Deixe que esta saiba que você acredita que ela pode melhorar.

5. Ofereça um programa interessante e desafiador. As crianças com problemas dificilmente tem oportunidade de participar de divertimentos saudáveis. Procure envolve-las em atividades criativas que lhes irão estimular o crescimento. Ajude as crianças carentes a preencher os vazios em sua vida diária, sugerindo maneiras de passar as horas de lazer ou solidárias em atividades que agradem ao senhor. Ensine-as a escolher os amigos com sabedoria. Ajude-as a conhecer livros cristãos. Considere levá-las a passeios e excursões no campo.

6. Modele a vida cristã vitoriosa. Você pode ser o único adulto salvo na vida de uma criança necessitada. Deixe que os meninos e meninas vejam Cristo em você. Não tente dar ás crianças a falsa impressão de que você é perfeito; em vez disso, seja transparente. Quando apropriados, conte as dificuldades que enfrentou e explique as maneiras como foi ajudado por Deus durante as crises.

7. Ouça as crianças e incentive-as a falar. As crianças que passam por problemas quase sempre precisam expressar seus temores e preocupações. Fique à disposição delas e tome tempo para ouvi-las com atenção. Pergunte às crianças sobre os seus interesses e atividades. Enquanto falam, faça comentários positivos. Não force detalhes, mas mostre que se importa sinceramente. Ajude as crianças a pensarem positivamente sobre elas mesmas e a desenvolverem alvos para o futuro. Ganhe a confiança delas, mantendo em sigilo as informações recebidas delas.

8. Assegure e encoraje as crianças. Assegure as crianças do amor e aceitação de Deus. Conte a elas que Ele deseja perdoar e salvar. Ajude-as a compreender que não precisam sentir culpa quando outros agem errado (membros mais velhos da família ou vizinho). Faça elas se sentirem especiais e dignas, elogiando a sua resistência. Compartilhe Escrituras que falem dos planos especiais de Deus para a vida de cada criança (por exemplo, Jeremias 29.11).

9. Desenvolva confiança. Mostre às crianças, pelas reações consistentes e piedosas, que você é digno da confiança delas. Evite criticar as crianças ou os pais. Não desperte as defesas delas nem aumente o conflito que já sentem. Sentem que fizer uma promessa, não deixe de cumpri-la rapidamente.

10. Ensine às crianças versículos-chave aos quais possam recorrer. Os meninos e meninas em situações difíceis precisam saber o que é errado e como agir certo. Eles necessitam do consolo das promessas de Deus. Ajude-os a guardar no coração versículos que falem dos padrões de Deus e os assegure do Seu amor e proteção.

11. Ore com as crianças e pro elas. As crianças de lares com problemas muitas vezes se sentem engaioladas, solitárias e com medo. Ajude-as a compreender que Deus está sempre vigilante e atento. Encoraje-as a se voltarem para Ele quando precisarem de ajuda. Mostre sua preocupação sincera, ore pelas necessidades especificas das crianças.

Estabeleça uma Política para tratar dos Problemas Graves de abuso

Uma criança pode precisar de mais ajuda do que você pode dar. Prepare uma política-padrão para tratar dos casos de abuso severo. Se achar que uma criança está sendo fisicamente maltratada ou abusada sexualmente, é necessário notificar às autoridades. Consulte o seu supervisor ou Pastor. Ajude a criança a compreender que você tem a responsabilidade de protegê-la. Assegure-a do seu amor e apoio contínuos.

Desenhos lindinhos editados por ela mesma Sandra Mac hehehehe


Ovelhinhas da amiga Sandra rsrsrs Ela ama ovelhinhas! e eu a amo de CORAÇÃOOOO


Amiga Lu Soares eu te Amoo! eh muita criatividade vinda de Deus meninaaa

Lembrancinha para culto da irmãs ou dia das mães!

Vc é o alvo de Deus!!!!

Divirta seus alunos , chega de preguiça, mãos á obra!!!!!

Caixas de abelhinha- Imprima em papel cartão e dentro coloque balinhas para sua classe!

Olha que graça de cartaz feito pela amigona Sandra Mac


ENSINAR AS CRIANÇAS A ORAR





É importante orar na Escola domoinical, a fim de trazer benção ao nosso programa e ao ensino às crianças. Nós também oramos na Escola dominical para estabelecer exemplo para as crianças,33 mostrando-lhes como podem orar em casa. Muitas vezes, as crianças que vão à Esc3ola dominical têm visto muito maus exemplos. Têm visto os adultos orar de formas que não estão de acordo com a Bíblia. Por exemplo, têm visto pessoas orar a santos, orar a Deus no nome de outros lideres religiosos, orar a espíritos de ancestrais ou espíritos da natureza. Elas não têm ideia de como a Bíblia diz que os crentes devem orar.

As crianças precisam de aprender como e sobre o que devem orar. A oração e o ensino são muito importantes na nossa Escola dominical. Ali, as crianças podem aprender os princípios bíblicos sobre a oração e ver a oração demonstrada de forma bíblica.

COMO DEVEMOS ENSINAR AS CRIANÇAS A ORAR?

1. Use uma canção especial para introduzir o tempo de oração
Escolha uma canção que fale sobre oração, ou uma canção que seja uma oração. Use a mesma canção semana após semana como introdução ao tempo de
Oração.

2. Numa Escola dominical nova, o professor deve ser o primeiro a orar.
Quando uma igreja começa uma nova Escola Dominical, no início as crianças podem ficar assustadas ou envergonhadas àcerca da oração em frente de outros. Podem não saber orar. Para evitar problemas, o professor deve orar no princípio. Isto permite às crianças ouvirem como podem orar. O professor deve fazer uma oração pequena, natural, de forma simples. Então, as crianças vão saber que podem falar com Deus da mesma forma. Ele deve estar familiarizado com os princípios bíblicos sobre a oração para que não viole nenhum deles. Mas não deve ser sempre o professor a orar. Não queremos que as crianças pensem que a oração é exclusivamente para professores. Elas devem começar a orar o mais cedo possível.

3. Ensine um princípio sobre a oração de cada vez.
Fizémos uma lista de muitos princípios de oração.Escolha um que possa ajudar os seus alunos, e ensine um só princípio de cada vez. Continue a rever e a explicá-lo até que as crianças o compreendam e comecem a usá-lo. Cada princípio deve tomar entre duas a cinco semanas a ser interiorizado, dependendo da compreensão das crianças.

4. Continue a rever os pricípios que já ensinou
Todas as semanas, use uma parte do programa para rever rapidamente 3 ou 4 princípios de oração que elas já aprenderam. Isto pode ser feito fazendo perguntas ou começando uma frase e elas terem que a terminar. Ou, você pode dizer-lhes que vai dar um mau exemplo de oração e depois pedir-lhes que elas corrijam, e digam qual o princípio que foi violado. Depois de ter ensinado muitos dos princípios, não os reveja todos , todas as semanas. Escolha poucos de cada vez para revisão.

5. Coloque imediatamente em prática o princípio, logo que as crianças o aprendam.
Depois de ter ensinado um princípio de oração, comece a demonstrar e a usar esse princípio. Exemplo: Se ensinou o princípio de que deve orar pelos lideres da sua igreja, durante a oração desse dia, certifique-se de que menciona os lideres da sua igreja local. Nas semanas seguintes, continue a lembrá-los na sua oração.

6. O que deve fazer se as suas crianças têm hábitos de oração que não são bíblicos?
Se as crianças que tem na sua Escola Dominical vêem de campos não bíblicos, então elas podem estar a orar de formas que a Bíblia não aprova, mesmo na Escola dominical. Nos primeiros anos do meu ministério em África, uma vez, uma criança levantou-se na Escola dominical e orou fervorosamente a Maria. Contudo, não lhe vai acontecer muito destas situações se você ensinar sobre oração. Antes das crianças começarem a orar, pergunte-lhes: “A quem devemos orar?” (Ao nosso Deus Pai) “Em Nome de quem oramos?” (No Nome de Jesus)
Não podemos controlar o que as crianças fazem em casa, ou nas igrejas que possam frequentar ao mesmo tempo que vão à Escola dominical, mas você pode ser um bom exemplo na Escola Dominical. Se uma criança começar a orar de uma maneira não bíblica diante de toda a classe, não a envergonhe. Não se zangue nem a repreenda. No entanto, termine, imediatamente com essa oração. Pode fazer algo como isto: “Desculpa.” (Diga-o de forma firme mas não com uma voz zangada) ponha a mão sobre o seu ombro se ele continuou a orar. Depois diga mais ou menos isto: “Desculpa, Tu não sabes como nós costumanos orar ou esqueceste-te. Na Escola Dominical, nós só oramos como a Bíblia diz. Nós oramos (então mostre-lhe a forma correcta, por exemplo: A Deus, no Nome de Jesus.Amen. Dê-lhe uma outra oortunidade, se ele quiser, e, no fim da Escola dominical, fale com ele em privado, fazendo-o compreender porque é que você o interrompeu, e que não está zangado com ele. Talvez até o possa elogiar pela forma como acabou por orar. Tente terminar a sua conversa de forma positiva. Se as crianças o informarem de que, em casa, oram de forma diferente, pode dizer: “Na nossa Escola dominical, gostamos de orar como a Bíblia diz”.

7. Peça voluntários para orar, em vez de forçar
Pode perguntar quem quer orar, e só depois escolher uma criança. Ou pode perguntar com antecedência a algumas crianças se elas querem orar. Deixe várias crianças orarem, não sempre as mesmas.

8. Encoraje as crianças que oram bem
Quando as crianças estão a usar bem os princípios que você ensinou, reconheça o esforço delas e encoraje-as. Pode dizer isto: “Foi uma óptima oração. Lembraste-te … … “(seja qual fôr o princípio que a criança usou)

9. Dê às crianças boas ideias sobre assuntos de oração
Você pode trazer à frente 3 ou 4 crianças para orar. Dê a cada uma, um assunto de oração. Exemplo: primeira criança – somente louva a Deus. Segunda criança: Ora pelo nosso pastor e lideres da igreja. Terceira criança: ora pelos que estão doentes. Quarta criança: Ora pelas crianças da vila que não são salvas. Quinta criança – Ora pelas crianças noutros países onde é difícil ser-se cristão, como a Líbia, Sudão etc.

10. De tempos a tempos, use canções como orações
Uma canção pode ser, ela própria, uma oração. As crianças podem cantá-la numa atitude de oração, e no seu coração vai tornar-se uma oração. Exemplo: Uma canção pode ser uma oração que busca cura. À medida que as crianças cantam, peça às que estão doentes que se levantem ou levantem as suas mãos. Uma canção pode falar de perdão. Peça às crianças que, em silêncio, pensem nos seus pecados e depois cantem todos juntos, pedindo que Deus as perdoe.

QUE PRINCÍPIOS DE ORAÇÃO DEVEMOS ENSINAR ÀS CRIANÇAS?
Seguidamente, estão alguns princípios àcerca de oração que você pode ensinar às crianças, um a um e a pouco e pouco. Para ensinar todos estes princípios, pode precisar de pelo menos, um ano ou até mais tempo. Depois de ter ensinado todos eles, pode tornar a revê-los em qualquer ordem. Escolha os que vai ensinar primeiro, que são os que percebe serem os que a sua classe precisa mais.

ALGUNS PRINCÍPIOS BÍBLICOS SOBRE ORAÇÃO (Lembre-se, em qualquer ordem)

1. É muito importante que os cristãos orem
Marcos 13:33, Lucas 6:12, Tiago 5:16-18

2. Deus está desejoso para nos ajudar, mas Ele espera que Lhe peçamos.
Mateus 7:11, Salmos 65:2, Jeremias 33:3

3. Podemos orar a qualquer altura,em qualquer lugar
Salmos 55:17, I Timóteo 2:8

4. Podemos pedir ajuda a Deus nos momentos difíceis ou em tempos de problemas.
Salmos 27:5, 91:15

5. Devemos orar somente a Deus, e a mais ninguém nem a nada.
Mateus 6:9, Lucas 4:8

6. Devemos orar a Deus no Nome de Jesus
I Timóteo 22:5, João 14:13


7. Devemos agradecer e louvar a Deus
I Tessalonissences 5:16-18

8. Devemos orar até que venha a resposta, mesmo que demore muito tempo.
Lucas 18:1, I Tessalonissences 5:17

9. Podemos orar de joelhos (Lucas 22:4) de pé (Marcos 11:25) com as mãos unidas ou com as mãos levantadas (I Timóteo 2:8), ou sejaa, em qualquer posição.

10. Podemos orar a Deus cantando (Salmos 9:1-2, Tiago 5:13) ou chorando (Salmos 39:12)

11. Devemos estar preparados para aceitar a vontade de Deus em todos os assuntos que orarmos. (Lucas 22:42, I João 5:14)

12. Devemos perdoar os que nos fizeram mal ou nos feriram se queremos que Deus responda às nossas orações. (Mqteus 6:14-15)

13. Devemos confessar os nossos pecados, senão eles podem impedir que as nossas orações sejam respondidas. (Isaías 59:1-2, João 9:31)

Acrescente outros assuntos do seu próprio estudo bíblico.

NÓS PODEMOS AJUDAR AS CRIANÇAS A COMPREENDER O QUE É QUE DEUS QUER QUE ELAS OREM

1. Devemos orar somente por aquilo que honra e agrada a Deus (I João 5:14)
2. Devemos orar pedindo salvação a Deus (se ainda não o fizémos) (Romanos 10:113, I Timóteo 2:4)
3. Devemos orar por aquilo que Deus diz ser importante. Exemplos: a salvação de outros, a família, a igreja, verdade e justiça etc.
4. Nós podemos pedir qualquer coisa que necessitarmos.(Filipenses 4:6)
5. Podemos pedir a Deus que ajude outras pessoas (Colossences 1:9)
6. 3Podemos pedir que Deus que cure os doentes (Tiago 5:15)
7. Devemos orar pelos nossos lideres. (I Timóteo 2:1-3)
8. Devemos orar por aqueles que estão a servir a Deus (os nossos pastores, evangelistas, directores do coral e membros, lideres de senhoras, professores de Escola Dominical etc.) (II Coríntios 1:11)
9. Devemos pedir a Deus que envie cooperadores para a Sua seara para que outros ouçam as boas-novas. (Lucas 10:2)
10. Podemos pedir a Deus que Ele encha as nossas vidas com a plenitude do Seu Espírito. (Mateus 17:21, Efésios 6:18)
11. Devemos pedir a Deus que nos ajude a ultrapassar a tentação. (Lucas 22:40, 46)
12. Podemos pedir a Deus que nos perdoe os nossos pecados (I João 1:9)
13. Podemos orar com os outros. Quando concordamos em oração, damos força às nossas orações e às deles (Mateus 18:19-20, Atos 1:14)
14. Devemos orar até pelos nossos inimigos. (Lucas 6:28)
15. Podemos quebrar o poder de espíritos maus em oração. (Atos 17:21, 18:18, Lucas 10:17)

A Primeira Vez


A primeira vez
Rosana Salviano

Fato 1- Deu na revista Capricho em outubro/2002: as pressões da "turma" estão levando muitos adolescentes a iniciarem sua vida sexual com garotas de programa, prostitutas. A reportagem inclui relatos de quem transou pela primeira vez num bordel ou em "festinhas" particulares. E de quem foi levado a fazer isso pelo próprio pai, ou até pela mãe.

Fato 2- Tempos atras, a revista Veja publicou uma matéria sobre uma novela e usou como base dois "exemplos" de mães representados na trama: a primeira, que ficou grávida para tentar salvar a filha, e a outra, que se prostituia para ganhar dinheiro e garantir uma vida de mordomias e bem estar ao filho.

Fato 3- Uma outra reportagem, desta vez, na televisão, mostra que alguns pais do século XXI já admitem que os filhos durmam com suas namoradas, ou vice-versa, dentro de casa.

Fato 4- Uma propaganda do governo de prevenção à AIDS mostra um filho entregando uma camisinha ao pai, caso ele mantenha uma relação extra-conjugal.

Cada um desses é um caso isolado, mas revelam a mesma coisa: a sexualidade deixou de ser tabu e é tratada com muita naturalidade. A prostituição está ganhando ares de necessidade ou simples opção de vida. Assim como o homossexualismo, as relações extra conjugais, a vida sexual ativa de casais de namorados, a pornografia. Avanço? O fato de se falar de sexo sim, mas não a maneira como ele é encarado.

Mundo de lá X Mundo de cá

Erra quem pensa que os jovens não têm problemas. E o maior deles, com certeza, está na área da sexualidade, mais especificamente, na área da virgindade. É um dilema que não escolhe classe social, raça, cor e nem religião. São adolescentes e jovens lutando contra seus desejos sexuais fora de hora. Namorados que trabalham ativamente na igreja e vivem em pecado. Gente que ora, jejua, lê a Bíblia e mesmo assim não consegue deixar de lado os relacionamentos ilícitos. Meninos que sofrem por ser o único virgem da turma. Garotas iludidas já aos 14, 15 anos de idade.

Na mídia secular, ocorre o mesmo. Diversos canais com perguntas sobre sexo mostram os turbilhões de conflitos que a sexualidade vem causando na adolescência. "Será que já estou preparada?", "Estou arrependido", "Não gostei da experiência" são alguns encaminhamentos constantes aos psicólogos e sexólogos.

A maneira como a sexualidade vem sendo difundida em nossos dias é um dos vilões dessa história. A libido sempre existiu, desde a criação do mundo, quando Adão olhou para Eva e a contemplou. Mas agora, a história é outra. Os apelos sexuais são mais fortes, as pressões também. Mesmo assim, nada justifica o erro.

Quem crê em Deus, precisa aprender a entender e viver Seus princípios, deixados na Bíblia, sua única regra de fé e prática. Em nenhum livro das escrituras fala-se sobre "a primeira vez", ou o "namoro cristão". Mas há fundamentos para uma vida santa, um comportamento que agrade a Deus. Começando pelo casamento, onde a relação sexual é um "privilégio", um presente aos casados. "Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros." (Hebreus 13:4).

Com a relação à santidade, são muitos exemplos

"Pois esta é a vontade de Deus, a vossa santificação; que vos abstenhais da prostituição, que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo, em santificação e honra, não com o desejo de lascívia, como os gentios que não conhecem a Deus, e que, esta matéria, ninguém ofenda nem defraude a seu irmão, porque o Senhor, contra todas estas cousas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador, porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e, sim, em santificação." (Tessalonicenses 4:3-7).

"Porém o corpo não é para impureza, mas para o Senhor, e o Senhor para o corpo... Não sabeis que os vossos corpos são membros de Cristo? E eu, porventura tomaria os membros de Cristo e os faria membros de meretriz?" I Coríntios 6:13

Porque tudo isso? Não porque Deus é carrasco, mas porque já sabia o que era melhor para seus filhos. E por mais que a modernidade tente dizer o contrário, uma relação sexual deixa marcas profundas ("e tornam-se os dois uma só carne..."). Se for na hora errada, com a pessoa errada, da maneira errada, vai deixar de ser um presente e virar um peso, um problema.

Há algum tempo, num programa de televisão para a juventude, o pastor Estevan Hernandes, da igreja Renascer em Cristo, foi confrontado sobre a virgindade. E veio o famoso questionamento: "As experiências pré-matrimonais não são boas para se aprender a lidar com sexualidade?" A resposta dele? A melhor possível. "Jogue um cachorro que nunca viu água num rio e veja se ele não sai nadando. Com a vida sexual é assim. Deus já preparou tudo", disse frente às câmeras.

"Falar é fácil, mas na prática..."

"Sou fraco, cai". "Deus mesmo deu o desejo, não pude resistir à Sua criação". São inúmeras as justificativas para o pecado. Mas Paulo foi enfático quando falou sobre o "resistir" às tentações. "Não vos sobreveio nenhuma tentação, senão humana; mas fiel é Deus, o qual não deixará que sejais tentados acima do que podeis resistir, antes com a tentação dará também o meio de saída, para que a possais suportar." (I Coríntios 10:13) Na prática, é preciso fugir daquilo que nos faz pecar. E isso pode ser feito, garante quem já passou pela experiência, de uma maneira agradável.

Uma delas, é sonhar. Sonhar muito com as maravilhas de um casamento perfeito, mesmo que a sociedade diga que ele não existe. Pense alto, voe como uma águia e acredite que para você, Deus tem o melhor. E tem mesmo. Tem para todos, mas alguns o desprezaram. Sonhe com uma lua-de-mel, sem achar que isso está fora de moda. Sonhe em descobrir junto ao seu parceiro as maravilhas e os prazeres da relação sexual, sem medo, sem culpa, sem pressa e com a benção de Deus.

Outra forma é, literalmente, deixar aquilo que te faz pecar. Fuja daquilo que produz pensamentos ruins em sua mente. Os pensamentos são incontroláveis, quando você menos espera, eles vêm, mas as influências externas têm muito poder sobre eles. Se o ambiente onde vive for de santidade, você não terá tempo e nem espaço em sua mente para aquilo que não vem de Deus. Fuja também de situações que o levem a destruir o sonho da "primeira vez". Se não dá para beijar sua namorada sem controlar os impulsos, beije menos, e nunca em lugares propícios à uma relação sexual. E tenha sempre em mente: cada carícia leva à mais intimidade, nunca a menos. Depois que se atinge um limite, é difícil voltar atrás, a tendência é ir sempre em frente.

Ame, desde já, mesmo sem conhecer, seu marido ou esposa. Ame tanto que queira dar o melhor a ele ou ela, não o resto. Queira dar-lhe as primícias, a única coisa que há em você e que uma vez tirada, jamais voltará: sua virgindade. Permita-lhe esse privilégio.

Faça a si mesmo um desafio. Um desafio de não ser levado pelas pressões, mas pelo Espírito Santo de Deus. Peça para que Ele te conduza, e deixe-se conduzir.

Queira ser diferente. E tenha certeza: Deus está do seu lado! Torcendo pela sua "primeira vez"...

Egito? Nunca mais - sobre o ficar
























Egito?!?! Nunca mais !!!

Você com certeza já assistiu a algum filme, que narra a história da libertação do povo de Israel do Egito.

Creio, que nem a metade do sofrimento que este povo sofreu, não conseguiu ser captado nos melhores filmes do gênero.

Trabalho pesado, sofrimento e mortes eram o cotidiano destas pessoas escravas e entregues a um regime de governo sem piedade.

Deus, em Sua infinita misericórdia, ouviu o clamor deste povo tão amado, e chama Moisés, para esta missão, aos olhos humanos, totalmente impossível.

Ex. 3: 7-10

“Então disse o Senhor: Com efeito tenho visto a aflição do meu povo, que está no Egito, e tenho ouvido o seu clamor por causa dos seus exatores, porque conheço os seus sofrimentos; e desci para o livrar da mão dos egípcios, e para o fazer subir daquela terra para uma terra boa e espaçosa, para uma terra que mana leite e mel; para o lugar do cananeu, do heteu, do amorreu, do perizeu, do heveu e do jebuseu.

E agora, eis que o clamor dos filhos de Israel é vindo a mim; e também tenho visto a opressão com que os egípcios os oprimem.

Agora, pois, vem e eu te enviarei a Faraó, para que tireis do Egito o meu povo, os filhos de Israel.”

O resto da história você já conhece.

Moisés, dirigido por Deus, liberta o povo do Egito. Com tudo o que tem direito, até uma saída triunfante, entre o Mar Vermelho!

Com o passar do tempo, e de olho nas circunstâncias e na vida do deserto, o povo a cada dificuldade, a cada obstáculo, murmura dizendo que preferia a vida no Egito (lembre-se muito sofrimento, morte, perseguição), do que de repente ficar sem comer carne. Dá uma olhada no versículo abaixo:

Ex 16:3

Pois os filhos de Israel lhes disseram: Quem nos dera que tivéssemos morrido pela mão do Senhor na terra do Egito, quando estávamos sentados junto às panelas de carne, quando comíamos pão até fartar! Porque nos tendes tirado para este deserto, para matardes de fome a toda esta multidão.

Pois é...

Alguns do mesmo povo, que experimentou o livramento de Deus de forma tão tremenda e nunca visto antes, agora estão reclamando, pois não podem comer o seu “hambúrguer” – pão e carne.

Podemos observar nesta, e em outras atitudes semelhantes a esta, que alguns do povo tiveram, duas questões básicas: imediatismo e não querer “pagar o preço”.

Deus havia prometido a eles uma terra boa e espaçosa, uma terra que mana leite e mel e provou a eles, o Seu poder, força e amor, quando os retirou do Egito.

Mas, eles queriam tudo para já! Não estavam dispostos a crer e aguardar o tempo de Deus para a chegada do que Ele havia prometido.

Esta atitude levou alguns a “nadarem, nadarem e morrerem na praia”, ou seja, a não alcançarem a promessa de Deus.

Agora, será que isto é algo que aconteceu somente com o povo de Israel? O que esta mensagem tem haver com você teen?

Entendo, que muitos teens, vivem a mesma situação.

Quer ver?

Por exemplo, você sabe que Deus está interessado em todas as áreas de sua vida: profissional, emocional, sentimental, familiar, etc. Não é isto? Claro que é!!!

Ele nos ama profundamente e quer ser nosso Pai em todas as áreas.

A partir do momento que você aceitou a Jesus, e entregou a Ele a sua vida, pode esperar, o excelente, o melhor está preparado para você!

Mas, é triste ver alguns teens, agindo com imediatismo, não decidindo “pagar o preço” e trocando o melhor de Deus, por coisas do Egito (mundo).

Um exemplo clássico disto é o ficar.

Quantos adolescentes preferem satisfazer os seus impulsos, e se entregam a este ato tão descompromissado, que é o ficar; ao invés de aguardar o momento certo para se relacionar, e se relacionar com a pessoa que Deus preparou, com a benção dos pais, etc.

Há outros casos, como desobediência aos pais, em determinada situação para solução de um problema imediato, e depois quando vão ver “quebram a cara”, pois realmente não era um caminho bom para seguir.

Nós, que conhecemos o final da história de Israel, que sabemos que eles realmente chegaram na “terra que mana leite e mel”, dizemos: Ah! Que povo incrédulo. Eles não sabem que Deus é poderoso para livrar? Até o Mar Vermelho, Ele abriu !!!

Mas, e nós.... Ali na escola, em casa, no clube, no condomínio, na academia, como temos reagido?

Teen é tempo de levar a vida de Deus mais a sério!

É tempo de deixar o Egito (mundo) para trás, e confiar, crer, que Deus realmente tem o melhor para você!

Crer, que Ele te ama e nuncaaaaaaa vai te deixar na mão!

Pode confiar, há uma terra boa e espaçosa, para uma terra que mana leite e mel, só para você. Basta crer e esperar!

Eu não sou um pedaço !! Sou um inteiro !!!